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A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) marcou para 28 de setembro de 2018 a realização do leilão que vai arrendar uma área de 22 mil metros quadrados do Porto de Santana, um dos principais do Norte do país. O lance mínimo da disputa é de pouco mais de R$ 5 milhões e o investimento inicial está previsto em R$ 60 milhões. A concessão será de 25 anos e o espaço será cedido para a movimentação de carga vegetal, com foco no cavaco de madeira, extraído de árvores para a produção de celulose e móveis em geral. O porto, que fica às margens do rio Amazonas, é gerido pela prefeitura através da Companhia Docas de Santana (CDSA). Mesmo com o leilão a concessão da administração do porto continua com o poder público. O espaço colocado em leilão é parte do utilizado desde a década de 1990 pela empresa Amapá Florestal…
Ainda aguardando autorização do poder concedente, o comando da Santos Brasil estima investir até R$ 100 milhões no Tecon Santos em 2018. Segundo o diretor financeiro da Santos Brasil, Daniel Doria, o principal desembolso seria nas obras de extensão do cais, que dependem de autorização da Codesp, autoridade do porto de Santos. Além disso, a companhia deve realizar desembolsos para substituição de equipamentos, como guindastes de cais. “[Além do cais] o restante dos investimentos são em equipamentos que trazem ganhos de produtividade. Não podemos perder nossa liderança no Tecon Santos”, afirmou Doria em teleconferência sobre os resultados do primeiro trimestre. Atualmente, a empresa detém uma fatia de 34,2% da movimentação do porto de Santos. Greve Segundo o comando da Santos Brasil, a greve dos caminhoneiros deve afetar os resultados do segundo trimestre da companhia. De acordo com o diretor comercial, Marcos Tourinho, a empresa ficou 11 dias sem receber cargas…
A Locar coloca em operação em 10 de julho a primeira balsa lançadora de dutos em águas rasas inteiramente construída em território brasileiro. Pronta desde 2013, a Locar Pipe será utilizada pela primeira vez na estruturação de uma termoelétrica em Sergipe. A embarcação tem 87,5 metros de comprimento, 30 metros de largura e seis metros de calado. Para suaa construção foram investidos R$140 milhões, considerando valores dos equipamentos, projetos, profissionais envolvidos e peças fabricadas. “Este foi o maior investimento em um único equipamento feito pela Locar Guindastes e Transportes Intermodais. Acreditamos no potencial da embarcação, na utilidade e relevância em construir algo genuinamente brasileiro”, explica José Henrique Bravo Alves, vice-presidente da empresa. A contratação da balsa foi feita pela Sapura Energy do Brasil, empresa terceirizada pela Celse (Centrais Elétricas de Sergipe) para construção da Usina Termoelétrica Porto de Sergipe, que integrará o Complexo de Geração de Energia Governador Marcelo Déda…
A Agência Nacional de Transportes Aquaviários – Antaq realizou nesta terça feira (12), no auditório da sua sede, em Brasília, audiência pública sobre a proposta de revisão da norma anexa à Resolução nº 2.389/12-Antaq, que estabelece parâmetros regulatórios à prestação dos serviços de movimentação e armazenagem de contêineres e volumes nos portos organizados. A audiência pública teve início às 15h e foi aberta pelos diretores da Agência, Mário Povia (diretor-geral), Francisval Mendes e Adalberto Tokarski. Os trabalhos foram presididos pelo superintendente de Regulação da Autarquia, Bruno Pinheiro, e contou ainda com a participação da secretária-geral da Agência, Joelma Barbosa, que secretariou os debates, e do procurador federal junto à Antaq, Eduardo Machado. O tema é realmente polêmico. Participaram dos debates cerca de 60 pessoas, representando diversas empresas, associações e sindicatos do setor portuário, como Santos Brasil e Marimex, ABTP, ATP, Abtra e Abratec, entidades de armadores, como o Centronave, de…
A Wilson Sons Logística está investindo aproximadamente R$ 1,5 milhão na expansão do Centro de Distribuição (CD) de Santo André, na Grande São Paulo. As obras já foram iniciadas e, dos 36 mil metros quadrados atuais, o centro passará a ter 52 mil metros, enquanto a câmara fria mais que dobrará de capacidade para acomodação de paletes. Na rota. O Centro de Distribuição de Santo André integra a Plataforma Sudeste da Wilson Sons Logística, junto com o EADI, terminal alfandegado operado pela empresa e considerado maior porto seco de São Paulo. As principais cargas movimentadas pela unidade são dos segmentos manufaturado, automotivo, químico, entre outros. A unidade está localizada próximo a importantes elos logísticos, como o Rodoanel, o Porto de Santos e os aeroportos de Guarulhos e Viracopos. Fonte: Estadão
O primeiro navio, Falcon Maryam, vindo da Antuperpia, na Bélgica, está atracado no píer público de inflamáveis do Porto de Paranaguá, onde irá descarregar nas próximas horas 30 mil metros cúbicos de derivados de petróleo. “Hoje, Paranaguá é o segundo Porto em movimentação de líquidos do Brasil, atrás apenas de Santos. Além disso, tivemos um crescimento neste segmento superior a 80% nos últimos cinco anos. Com este novo terminal seremos ainda mais competitivos. É um investimento muito bem-vindo e que demonstra a confiança em nossas operações", afirma o diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Lourenço Fregonese. Capacidade - O novo terminal da CBL tem capacidade para armazenar 93.715 metros cúbicos de carga, divididos em 18 tanques. Já a capacidade de movimentação mensal será de 200 milhões de litros. O empresário Fabricio Fumagalli, do Grupo Interalli, explica que a linha de processo do terminal – que envolve…
Segundo o Boletim Informativo Aquaviário do 1º Trimestre de 2018, produzido pela Gerência de Estatística e Avaliação de Desempenho da Agência Nacional de Transportes Aquaviários – Antaq, os portos organizados e terminais de uso privado (TUP) do país movimentaram 249,2 milhões de toneladas no período. O resultado representa queda de 0,5% (1,2 milhão de toneladas) em relação ao primeiro trimestre de 2017. Considerando apenas a movimentação dos terminais privados, houve queda de 2,3%, em comparação a igual período do ano passado. Já nos portos públicos, houve crescimento de 3,2%, com relação a igual período de 2017. Para o gerente de Estatística e Avaliação de Desempenho da Antaq, Fernando Serra, o número é um indicativo de que o setor está apto a atender às demandas do mercado brasileiro nos movimentos internos e nas exportações e importações. Entre os grupos de mercadorias de maiores movimentações no primeiro trimestre de 2018, destaque para…
Menos de uma semana após a sanção pelo presidente Michel Temer da lei de reoneração da folha de pagamento, os setores ferroviário e de cabotagem já se articulam para manter o benefício fiscal que perderam. Três das 12 emendas feitas à MP 833 — que, assim como a lei de reoneração, integrou o pacote de concessões aos caminhoneiros — tratam do retorno da desoneração aos dois modais. O que os representantes das concessionárias de ferrovias e das empresas de cabotagem querem é igualdade de tratamento com o setor rodoviário, que manteve o benefício fiscal até dezembro de 2020, ao lado de outros 16 segmentos econômicos. O programa de desoneração foi aprovado em 2011, na gestão de Dilma Rousseff, e previa que a contribuição das empresas de alguns setores para a Previdência deixaria de ser de 20% sobre a folha de pagamento e passaria a ser de até 2,5% sobre faturamento…
O presidente da Comissão Portos e da Associação Brasileira dos Terminais de Contêineres de Uso Público (Abratec), Sergio Salomão; o diretor presidente da Associação Brasileira dos Terminais Portuários (ABTP), José Di Bella Filho; o presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, e o presidente executivo do Instituto Aço Brasil, Marco Polo de Mello Lopes, anunciaram nesta terça-feira (5), durante coletiva de imprensa, que as entidades empresariais ingressaram no Tribunal de Contas da União (TCU) como parte interessada no processo que analisa o Decreto dos Portos. Há um ano o setor portuário aguarda a eficácia do Decreto nº 9.048/2017, publicado em maio de 2017, o que destrava investimentos da ordem de R$ 23 bilhões. Além da ABTP e da Abratec, também entraram como parte interessada no TCU a Associação Brasileira de Terminais de Líquidos (ABTL) e a Associação Brasileira de Terminais e Recintos Alfandegados (Abtra).…
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