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A dragagem de manutenção do canal de acesso ao Porto de Rio Grande, no sul do Estado, está 65% concluída e deve ser encerrada em dois meses. Até o momento foram dragados 9,5 milhões de metros cúbicos de sedimentos, restando 6,5 milhões a serem retirados. O período de um mês em que ficou suspensa pela justiça gerou aumento no custo da obra. A informação foi dada pelo superintendente dos Portos do Rio Grande do Sul, Fernando Estima, durante o evento "Tá em Pauta", que acontece mensalmente na Câmara do Comércio de Rio Grande. — Após a finalização da obra precisamos homologar o novo calado do Porto e dar segurança aos armadores (empresas que utilizam navios comerciais) de que teremos condições de atendê-los — projetou Estima. O superintendente afirmou que todos os questionamentos feitos pela Justiça comprovaram que a execução da obra está dentro do que foi acordado. — A judicialização…
A Libra Terminais confirmou que a atracação do navio Cosco Shipping Volga neste domingo (28), em seu terminal no Porto de Santos, marcará o encerramento das operações de desembarque de cargas na unidade, após 24 anos. No local, a empresa só atuará com armazenagem alfandegada. Por determinação da Justiça, a Libra não pôde entregar a área à Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) e não está autorizada a demitir os funcionários sem antes se reunir com o sindicato. Para não declarar falência, a empresa entrou com pedido de recuperação judicial em julho de 2018. A ação implica o cumprimento do contrato de arrendamento – vigente até maio de 2020 –, ou até a autoridade portuária concordar com a devolução do terminal, que deve ocorrer quando surgirem interessadas em arrendar a instalação. O Ministério da Infraestrutura informou que a Empresa de Planejamento e Logística S.A (EPL) já deu início…
Cinco índios guarani mbya participaram nesta quarta-feira (24) da assembleia da Rumo, em Curitiba. Eles compraram ações da companhia para ter direito de participar da reunião e protestar contra os atrasos e pendências nas compensações a danos causados pela duplicação da ferrovia Itirapina-Cubatão, em São Paulo, que corta o território indígena. Segundo os índios, das 101 atividades de mitigação previstas no licenciamento da ferrovia, 72 estão paralisadas. Fonte: Valor
A Infraero inaugura hoje, dia 12 de abril, o novo Aeroporto Alberto Alcolumbre, ou Aeroporto Internacional de Macapá. O terminal aéreo passou por obras orçadas em R$ 166,4 milhões com o objetivo de oferecer melhores níveis de serviço, atendimento, conforto e segurança. Com a ampliação da estrutura, o aeroporto será capaz de receber mais voos comerciais regulares. Vale lembrar que no ano passado o Terminal de Logística de Carga (Teca) do Aeroporto Internacional de Macapá passou para a iniciativa privada, e é administrado pelo Consórcio Ponta Negra, responsável também pela gestão dos tecas do Aeroporto Atlas Brasil Cantanhede, em Boa Vista, e do Aeroporto Lauro Carneiro de Loyola, em Joinville (SC). Com uma área de 27,2 mil m², o terminal aéreo poderá receber 5 milhões de passageiros por ano, duas vezes mais que a capacidade das antigas instalações. As novidades incluem ainda recursos de automação no ar condicionado e na…
A Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp) iniciará nessa segunda-feira (15) o processo de contratação emergencial da dragagem de manutenção do Porto de Santos. A expectativa é que, com o termo de referência pronto, seja iniciada a captação de preços das empresas especializadas. Em paralelo, a Autoridade Portuária prepara outra contratação, que garantirá o serviço por cerca de três anos. A dragagem do canal de navegação do Porto é realizada pelo consórcio formado pelas empresas Van Oord Operações Marítimas e Boskalis do Brasil. As duas foram contratadas pelo então Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil (MTPAC), hoje Ministério da Infraestrutura. Porém, conforme divulgado por A Tribuna, a remoção de sedimentos foi paralisada há uma semana. Mas, para o diretor-presidente da Autoridade Portuária de Santos, Casemiro Tércio Carvalho, há uma certa margem de segurança que garantirá a navegação pelos próximos dois meses. “Há um colchão de sedimentação. Um…
Após ser obrigado pela Justiça a manter as atividades no terminal da Ponta da Praia, o Grupo Libra confirmou, ontem, em audiência na 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ–SP), que vai reduzir o número de profissionais e encerrar, de fato, as operações de embarque, mantendo apenas o serviço de armazenagem alfandegada. A sessão foi marcada após um comunicado da Libra aos trabalhadores sobre o fim das operações no próximo dia 28. A Justiça cobrou explicações à empresa, uma vez que ela entrou com um pedido de Recuperação Judicial, em julho de 2018, - para não decretar falência - e tem contrato de arrendamento vigente até maio de 2020. O diretor-presidente da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), Casemiro Tércio Carvalho, participou da sessão onde também estavam dois diretores e advogados do Grupo Libra. Segundo a Autoridade Portuária, no encontro,…
Segunda, 08 Abril 2019 08:53

A crise setor naval em Pernambuco

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Os estaleiros instalados em Suape passam por uma situação difícil: a falta de encomendas que põem em xeque o setor. “A nossa preocupação maior é se os empreendimentos vão fechar ou não. Na semana passada, ocorreram pelo menos 40 demissões no Estaleiro Atlântico Sul (EAS) e estamos caminhando para o desligamento de aproximadamente 900 pessoas pela empresa entre o final de maio e começo de junho”, diz o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Pernambuco (Sindmetal-PE), Henrique Gomes. O Estaleiro Atlântico Sul (EAS) e o Vard Promar já chegaram a empregar cerca de 12,7 mil pessoas quando estavam a todo vapor. O EAS já teve um quadro formado por cerca de 11 mil funcionários em 2011, enquanto o Vard Promar chegou a contar com 1,7 mil trabalhadores em 2015/2016. “Agora, a expectativa é de que o EAS fique com 125 pessoas”, afirma Henrique. Atualmente, são 1,2 mil funcionários no Atlântico…
Os operadores portuários brasileiros, incluindo unidades das tradings globais de grãos Cargill e Bunge, irão revelar nesta semana uma proposta para reduzir as tarifas do Canal do Panamá e cortar seus custos de transporte de commodities agrícolas para a China, seu principal mercado. Eles argumentarão que, sob as atuais tarifas, embarcar grãos dos portos do Norte do Brasil via Cabo da Boa Esperança é quase 206 mil dólares mais barato, em uma base por navio, do que utilizar o Canal, apesar da distância mais curta. Em um estudo a ser apresentado em uma conferência na Cidade do Panamá na quinta-feira, a associação de operadores privados de portos ATP irá propor a utilização da capacidade ociosa do antigo Canal do Panamá, em vez das enormes e congestionadas novas eclusas, abertas em 2016 para navios da Panamax. Isso potencialmente cortaria os custos de transporte e encurtaria os tempos de viagem em 4…
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