Portuguese Chinese (Simplified) English French German Italian Japanese Russian Spanish
Um importante passo no caminho de retomada das operações do Estaleiro Rio Grande foi dado na quinta-feira (20). Em encontro organizado pela Agrodock, empresa parceira da Ecovix no desenvolvimento de negócios, executivos de companhias ligadas ao mercado naval, de movimentação de mercadorias e traders de seis países visitaram as instalações e viram de perto as oportunidades de investimentos e negócios existentes no cais. Nos próximos dias, devem ser encaminhadas cartas de intenções com os participantes da comitiva. Além de grandes empresas brasileiras, gigantes mundiais do setor também participaram da comitiva e figuram como potenciais parceiros e investidores. É o caso da turca Pacific Shipping, das japonesas MOL/Mitsui O.S.K Lines e NYK, da chinesa China Forestry Group, principal compradora global de madeira, da italiana SAIF e da norueguesa Norden. O amplo leque de oportunidades existentes no polo naval agradou aos empresários. Os setores que mais despertaram interesse nos investidores foram o…
A Dalian Shipbuilding Industry (DSIC), a maior empresa de construção naval da China, apresentou o 1º petroleiro inteligente do mundo, com capacidade de carga de 308.000 toneladas. "Neste momento, todos os países estão promovendo ativamente a navegação inteligente e desenvolvendo tecnologias inteligentes para navios, que têm um papel importante no melhoramento da segurança de tráfego marítimo, poupança de recursos energéticos, redução de emissões poluentes e eficiência econômica", disse Gaun Yinghua, vice-engenheiro-chefe da DSIC, citado pelo portal chinês China News Service. Para além das suas enormes proporções, de quase três campos de futebol, a característica distintiva do navio é um sistema "inteligente" que auxilia a navegação em piloto automático, efetua o controle inteligente de cargas líquidas e faz o gerenciamento integrado da eficiência energética. A embarcação já foi entregue ao proprietário, a Empresa de Comércio e Transporte de Recursos Energéticos da China, no sábado (22), estando atracada no porto de Dalian,…
O Ministério da Infraestrutura publicou, no Diário Oficial da União nº 115, por meio da Portaria 2.624, a aprovação do Plano de Desenvolvimento e Zoneamento – PDZ do Porto Organizado de Angra dos Reis, nesta segunda-feira (17). O PDZ foi elaborado pela Companhia Docas do Rio de Janeiro (CDRJ), responsável pela gestão do Porto de Angra dos Reis. A aprovação do PDZ possibilita a otimização de uso e a expansão das áreas e instalações do porto. O documento é uma ferramenta da administração portuária, que contribui com o desenvolvimento do porto e da região onde está inserido. O Plano contou com a colaboração de diversas áreas da companhia, de agentes e entidades do setor, além da participação do Conselho de Autoridade Portuária – CAP. Na última quarta-feira (12), o Diário Oficial da União nº 112, por meio da Portaria 2.361, carimbou a aprovação do PDZ do Porto de Itaguaí. O…
Foram paralisadas nesta terça-feira, 18, as obras de ampliação do Porto de Salvador. O embargo, que não é inédito, foi realizado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Urbanismo devido a falta de comprovação efetiva da área, de responbalidade do Terminal de Contêineres Salvador (Tecon). De acordo com informações da Prefeitura, a suspensão será mantida até que sejam apresentados os documentos que comprovem a área exata do Contrato de Arrendamento assinado com o Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil. A pasta deve constar no processo de Autorização de Supressão de Vegetação (ASV), que foi solicitado ao Tecon. “Estamos atuando de forma preventiva para garantir que essa obra não cause nenhum dano e impacto negativo para nossa cidade”, afirmou o secretário municipal de Desenvolvimento e Urbanismo (Sedur), Sérgio Guanabara. Suspensões seguidas Essa não foi a primeira vez que a Sedur impediu a ampliação do Tecon. Orçadas em R$ 715 milhões, as…
O Serviço de Segregação e Entrega (SSE) de contêineres e a Taxa de Manuseio de Terminal 2 (na sigla em inglês, THC-2) foram debatidos no 1º Seminário Internacional das Agências Reguladoras de Transporte (Siart), realizado nesta semana em Brasília. No evento, os terminais portuários defenderam a cobrança, enquanto as instalações retroportuárias criticaram a tarifa. O THC (Terminal Handling Charge) é um valor cobrado pelos terminais para segregação e entrega do contêiner, ou seja, é a transferência do contêiner a partir do navio até o pátio. Já o THC–2 é cobrado para levar o contêiner do pátio até o portão do terminal, nas operações de importação. As instalações retroportuárias alegam que a cobrança é indevida porque já é paga pelo armador. A tarifa existe para remunerar os custos pelo manuseio de carga do navio na unidade portuária. Atualmente, a Antaq está em processo de revisão da norma anexa à Resolução nº…
O grupo Libra, empresa de logística e terminais portuários, aprovou seu plano de recuperação judicial na assembleia de credores realizada nesta sexta-feira (14). O pedido foi protocolado há quase um ano, no fim de julho de 2018. A dívida financeira da companhia é de aproximadamente R$ 1,8 bilhão, com os bancos Itaú Unibanco, Santander, Bradesco, Banco do Brasil, além de debenturistas. Os créditos referentes à Libra Santos ficaram de fora da recuperação judicial. Agora, uma das principais missões do grupo será vender sua divisão fluminense, a Rio Terminais Libra. O valor da operação deverá ser usado para abater boa parte da dívida. Oferta de grupo filipino O grupo, inclusive, já recebeu uma proposta de aquisição da sua divisão portuária no Rio de Janeiro de um grupo filipino, o International Container Terminal Services (ICTSI). O envelope com a oferta foi entregue durante a assembleia de credores realizada hoje. Ainda não se…
A Rodrimar Terminais diz que são “falsas” as informações prestadas pela Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp). Na última segunda-feira (10), o presidente da Codesp, Casemiro Tércio Carvalho, ao apresentar o balanço dos 100 dias da diretoria, contou ter barrado as operações da Rodrimar por realizar atividades com um “operador laranja”. Tércio disse, ainda, que as ações foram retomadas após a empresa ter obtido uma liminar à meia-noite. A Rodrimar afirmou ter “certificado de operador portuário válido e regular emitido” pela Docas que, “descriteriosamente, presta informações descabidas” e “sobretudo falsas”. Tércio ainda comentou que a empresa teve as operações paralisadas no sábado (8) – pois ela teria usado um funil comum em vez do ecológico, o que, segundo a Docas, gerou alta suspensão de material particulado. Segundo a Rodrimar, seus equipamentos “atendem às regulamentações ambientais”. Em nota, a Codesp lembra que a Rodrimar está em processo de desmobilização…
No primeiro trimestre de 2019, o Cais Comercial de Vitória obteve o aumento de 28,38% de embarcações recebidas. Esse crescimento é resultado das novas profundidades do Canal e dos berços que permitem a atração de navios com maior capacidade de cargas, ou seja, o resultado prático da dragagem. Em relatório gerado pela Coordenação de Planejamento e Desenvolvimento da CODESA, é possível constatar que os berços 101, 102 e 103 receberam 95 navios entre os meses de janeiro a março deste ano, em comparação às 74 embarcações recebidas no ano passado. Esse resultado reflete o impacto da conclusão da dragagem entregue em janeiro que prevê o recebimento de navios com até 12,5m de calado. O Terminal de Vila Velha (TVV), obteve o aumento de atracação de 16,36% e Paul, 11,36% no mesmo período. De acordo com o relatório, quase 6000 mil toneladas de cargas, incluindo granéis sólidos, líquidos e cargas em…
O desembargador Antonio Cunha Cavalcanti Tribunal, do Tribunal de Justiça da Bahia, autorizou a volta das obras no porto de Salvador. Após, a empresa Tecon, operadora responsável pela movimentação de contêineres no porto de Salvador por 25 anos, ter sido impossibilitada de continuar as obras, depois da decisão favorável à Ação Civil Pública proposta pelo Ministério Público Federal (MPF). A Associação de Usuários dos Portos da Bahia (USUPORT) solicitou a habilitação na ação do MPF e apontou irregularidades na contratação que envolve a CODEBA. Porém, o magistrado que julgou o agravo de instrumento e suspendeu a liminar que impedia o andamento das obras. De acordo com o desembargador relator do caso, estão presentes “os requisitos para a concessão do efeito suspensivo in casu decorrem da documentação acostada à petição recursal (licença ambiental, autorização, estudos de viabilidade e impacto ambiental) e da robustez dos argumentos elencados pelo agravante em sua peça,…
Pagina 1 de 225