Portuguese Chinese (Simplified) English French German Italian Japanese Russian Spanish
Exibir por tag: transporte - SAC Armazenagem & Modais

Os US$ 400 bilhões em dívidas do setor de transportes marítimos que os bancos detêm representam um risco enorme se a transição para a economia de baixo carbono não começar a ser feita já. Essa é a principal conclusão do estudo Navigating Decarbonisation: An approach to evaluate shipping’s risks and opportunities associated with climate change mitigation, conduzido pelo Carbon War Room, organização sem fins lucrativos fundada por Richard Branson, em parceria com a UMAS. Trata-se da primeira abordagem já feita para testar o stress climático dos ativos do setor de transporte marítimo.

 

James Mitchell, associado sênior para o transporte do Carbon War Room, explica: "Risco não é nada novo para a indústria naval ou para as principais instituições financeiras, mas o risco da transição climática é. Se uma decisão de financiar uma nova construção é tomada hoje, esse navio muito provavelmente terá que competir sob novas politicas da Organização Marítima Internacional do da União Europeia antes de seu primeiro atracamento seco. Este trabalho sugere que esses riscos terão impacto no mercado e devem ser avaliados agora".

 

Os financiamentos de projetos e empréstimos corporativos para a indústria de transporte marítimo internacional têm sido um grande negócio para as principais instituições financeiras. Este estudo, realizado ao longo de 18 meses, identificou que, embora algumas partes interessadas financeiras estejam cientes dos riscos de ativos encalhados, poucos bancos avaliam a eficiência dos navios ou têm programas de empréstimo em vigor para manter os ativos competitivos. Os autores recomendam que uma maior diligência seja levada a cabo hoje pelos financiadores, armadores e acionistas para evitar perdas até meados da década de 2020. A transição para uma economia de baixo carbono exigirá investimentos significativos para manter os navios competitivos.

 

"Os financiadores devem investir no futuro e preparar-se para aproveitar as novas oportunidades que a descarbonização irá criar. Mesmo com US$ 400 bilhões em dívida do setor global de transporte marítimo em jogo, temos pouca evidência de que isso esteja acontecendo. Nós demos o primeiro passo", disse Jules Kortenhorst, CEO, Sala de Guerra do Carbono e Rocky Mountain Institute.

 

Navigating Decarbonisation é a terceira etapa de uma pesquisa sobre ativos encalhados e risco climático no transporte marítimo que está sendo conduzida em parceria pelo CWR e UMAS. Ela oferece um método para analisar como as políticas de mitigação dos gases de efeito estufa no transporte marítimo e as contribuições nacionais no âmbito do Acordo de Paris podem afetar os investimentos existentes e futuros.

 

O Dr. Tristan Smith, Diretor da UMAS, explica: "A principal vantagem do relatório é permitir que os financiadores e os armadores estejam preparados. Portanto, é crucial para os ativos futuros planejar a flexibilidade desde o início, por exemplo, projetando para futuras adaptações e usando mecanismos de financiamento inovadores para lidar com uma variedade de cenários futuros. A análise de cenários que combina uma avaliação tecnoeconômica integrada com uma série de cenários de políticas previsíveis pode ajudar a navegar pelas incertezas futuras e ajudar os financiadores e os armadores a tomar decisões mais informadas sobre seus ativos.”

 

O relatório completo está disponível para download aqui. https://goo.gl/HePYbo

Os US$ 400 bilhões em dívidas do setor de transportes marítimos que os bancos detêm representam um risco enorme se a transição para a economia de baixo carbono não começar a ser feita já. Essa é a principal conclusão do estudo Navigating Decarbonisation: An approach to evaluate shipping’s risks and opportunities associated with climate change mitigation, conduzido pelo Carbon War Room, organização sem fins lucrativos fundada por Richard Branson, em parceria com a UMAS. Trata-se da primeira abordagem já feita para testar o stress climático dos ativos do setor de transporte marítimo.

James Mitchell, associado sênior para o transporte do Carbon War Room, explica: "Risco não é nada novo para a indústria naval ou para as principais instituições financeiras, mas o risco da transição climática é. Se uma decisão de financiar uma nova construção é tomada hoje, esse navio muito provavelmente terá que competir sob novas politicas da Organização Marítima Internacional do da União Europeia antes de seu primeiro atracamento seco. Este trabalho sugere que esses riscos terão impacto no mercado e devem ser avaliados agora".

Os financiamentos de projetos e empréstimos corporativos para a indústria de transporte marítimo internacional têm sido um grande negócio para as principais instituições financeiras. Este estudo, realizado ao longo de 18 meses, identificou que, embora algumas partes interessadas financeiras estejam cientes dos riscos de ativos encalhados, poucos bancos avaliam a eficiência dos navios ou têm programas de empréstimo em vigor para manter os ativos competitivos. Os autores recomendam que uma maior diligência seja levada a cabo hoje pelos financiadores, armadores e acionistas para evitar perdas até meados da década de 2020. A transição para uma economia de baixo carbono exigirá investimentos significativos para manter os navios competitivos.

"Os financiadores devem investir no futuro e preparar-se para aproveitar as novas oportunidades que a descarbonização irá criar. Mesmo com US$ 400 bilhões em dívida do setor global de transporte marítimo em jogo, temos pouca evidência de que isso esteja acontecendo. Nós demos o primeiro passo", disse Jules Kortenhorst, CEO, Sala de Guerra do Carbono e Rocky Mountain Institute.

Navigating Decarbonisation é a terceira etapa de uma pesquisa sobre ativos encalhados e risco climático no transporte marítimo que está sendo conduzida em parceria pelo CWR e UMAS. Ela oferece um método para analisar como as políticas de mitigação dos gases de efeito estufa no transporte marítimo e as contribuições nacionais no âmbito do Acordo de Paris podem afetar os investimentos existentes e futuros.

O Dr. Tristan Smith, Diretor da UMAS, explica: "A principal vantagem do relatório é permitir que os financiadores e os armadores estejam preparados. Portanto, é crucial para os ativos futuros planejar a flexibilidade desde o início, por exemplo, projetando para futuras adaptações e usando mecanismos de financiamento inovadores para lidar com uma variedade de cenários futuros. A análise de cenários que combina uma avaliação tecnoeconômica integrada com uma série de cenários de políticas previsíveis pode ajudar a navegar pelas incertezas futuras e ajudar os financiadores e os armadores a tomar decisões mais informadas sobre seus ativos.”

O relatório completo está disponível para download aqui. https://goo.gl/HePYbo

Categoria Notícias

O anúncio da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) de que em 2017 o setor voltaria a crescer no país, registrando um aumento de 7,2% nas exportações e de 5,2% nas importações, sobre 2016, agitou o mercado brasileiro de transporte de cargas. Especialistas e grandes players do segmento reforçam as expectativas de retomada do setor e acreditam em um cenário positivo para este ano, mas alertam que ainda há muito a ser feito.

 

O Porto de Santos, por exemplo, o maior da América Latina, deve atingir uma movimentação recorde em 2017, em torno de 120,596 milhões de toneladas, superando o ano de 2015, o maior resultado até então, com 119,9 milhões. Esse resultado, se confirmado, implicará ainda em alta de 6,3% em relação ao previsto para 2016, de 113,475 milhões.

 

Para as exportações espera-se um crescimento de 8,2% (89 milhões de toneladas) e para as importações de 1,3% (31,596 milhões). “Entre as cargas mais transportadas os sólidos a granel devem apresentar desempenho 12,1% acima do verificado no ano anterior (60,698 milhões de toneladas), os líquidos a granel de 1,2% (15,882 milhões) e as cargas gerais de 0,9% (44,015 milhões)”, segundo José Alex Oliva, diretor-presidente da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), responsável pela administração do Porto e que estará na Intermodal South America, entre 4 e 6 de abril, em São Paulo (SP).

 

“É muito possível que as exportações, de forma geral, cresçam em 2017 com relação a 2016, sobretudo no setor de commodities, uma vez que há um excedente de produção de soja do ano passado que migrará para este, além de uma produção agrícola mais favorável também”, analisa o diretor comercial da Allink no Brasil, empresa especializada no transporte de cargas consolidadas (marítimas e aéreas), André Gobersztejn. Ele acredita que o maior volume do setor de transportes virá, principalmente, por conta das exportações das commodities agrícolas.

 

Contrapartida – No entanto, Gobersztejn alerta que nem todos os segmentos conseguirão acompanhar essa evolução com a mesma facilidade. “A exportação de manufaturados, entretanto, tende a seguir em queda, pois muitos fatores podem influenciar neste movimento: um possível protecionismo norte-americano com o novo comando da Casa Branca, a valorização do dólar frente ao euro e, sobretudo, a contínua variação de nossa própria moeda frente ao dólar. Estabelecendo-se a moeda americana por volta de US$ 3,20 a US$ 3,50 e havendo maior facilidade na obtenção de créditos, acreditamos que os manufaturados possam voltar a apresentar acréscimo em suas exportações apenas em meados ou final de 2017”, ressalta o executivo da Allink, que também será uma das expositoras na Intermodal.

 

Quem também acredita que, mesmo em um cenário melhor que no ano anterior, o setor de transporte de cargas ainda enfrentará algumas dificuldades é o presidente da Federação Nacional dos Operadores Portuários (FENOP), Sérgio Aquino. “Dois fatores devem influenciar diretamente as movimentações portuárias, especificamente: a revisão do novo marco regulatório dos portos e a provável prorrogação dos contratos de arrendamentos. São pontos que influenciam a atividade, pois permitem mais estabilidade e segurança jurídica ao segmento empresarial, tendo em vista que é um setor que exige investimentos intensivos, além de incentivarem a continuidade da modernização do segmento”, observa.

 

“Mas essa não é a salvação, o poder público continua sendo devedor das soluções para os acessos, aquaviários ou terrestres, que são de sua responsabilidade. Além disso, seus intervenientes que atuam no comércio exterior precisam se harmonizar e se modernizar”, completa o presidente da FENOP, uma das entidades apoiadoras da Intermodal neste ano.

 

Players – Além da Allink, a Intermodal South America 2017 reúne mais de 20 agentes de carga, freight forwarders e NVOCC’s, que discutirão não somente o aumento no volume de cargas transportado mas também todos os assuntos que norteiam esta indústria, expondo ainda suas mais recentes soluções aos profissionais presentes. Empresas como a AEL Berkman, Blu Logistics, Craft Group, Delfin Group, MSL do Brasil, Panalpina e Worldwide Logistics também estão confirmadas.

 

O evento recebe também, além do Porto de Santos, outros 30 complexos portuários nacionais e internacionais, que debaterão o mercado aquaviário em todos os seus aspectos. Companhia Docas do Ceará, Companhia Docas do Rio de Janeiro, Complexo Portuário de Suape, Porto de Bremerhaven (Alemanha), Porto de Buenos Aires (Argentina), Porto de Ferrol (Espanha), Porto de Leixões (Portugal), Porto de Rotterdam (Holanda), Porto de São Francisco do Sul e Porto de Vitória são alguns dos que marcarão presença na feira.

 

Fonte: Portos e Navios

Categoria Comércio Exterior

Começou a tramitar no Senado, na última semana, o projeto que institui o Fundo para Investimentos em Infraestrutura de Transporte Aquaviário (FIITA), com o objetivo de financiar projetos em hidrovias que estão inseridas no Subsistema Aquaviário Federal (art. 25 da Lei nº 12.379/11).

O PLS 66/2016 é de autoria do líder do Partido da República no Senado, Wellington Fagundes, e ampliará consideravelmente a malha hidroviária, carente de investimentos, dando maior competitividade à produção brasileira. O republicano conta que o Programa de Investimento em Logística do Governo, apesar de prever incentivos de R$ 37,4 bilhões em concessões de portos, “não contemplou investimentos em hidrovias”.

Somente em 2014, a Marinha Mercante arrecadou mais de R$ 3 bilhões e, com a previsão de aumentarem a alíquota do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante de 25% para 33%, haverá uma arrecadação adicional de mais de R$ 1 bilhão de reais ao ano. Isso fará com que o Fundo da Marinha Mercante passe a ter uma receita anual de R$ 4 bilhões, sendo 25% destinados ao FIITA.

Wellington, que relatou a avaliação sobre políticas públicas do Plano Nacional de Logística de Transportes (PNLT) do Governo Federal, conta que as hidrovias representam o modal mais barato e que consome menos recursos energéticos, sendo considerado o mais eficiente para o transporte de grandes volumes a grandes distâncias. “Nosso país, além de sua extensa costa marítima, possui diversos rios propícios à navegação. Entretanto, a participação aquaviária na matriz de transportes é de menos de 15%”, lamentou.

Segundo ele, o próprio PNLT propôs uma mudança na matriz de transporte brasileira, com a perspectiva de ampliar a participação do modal aquaviário para 29% até 2025. “Sem esse projeto, isso será – dentro do cenário atual – quase impossível”, ponderou.

O PLS 66/2016 está na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, aguardando recebimento de emendas.

Fonte: Portos e Navios

A Svitzer, empresa do grupo Maersk, anunciou a compra do controle acionário da operadora de rebocagem brasileira Transmar Serviços Marítimos.

O valor do negócio e a participação adquirida não foram divulgados.

Mas os executivos das duas empresas indicaram planos de investir R$ 200 milhões nos próximos dois anos para dobrar a frota da empresa, atualmente composta de 10 navios.

A aquisição marca a entrada da Svitzer nos serviços de rebocagem portuária no Brasil e faz parte do objetivo estratégico da empresa de expandir em mercados em crescimento.

"Vemos bom potencial no mercado brasileiro de rebocagem", disse o diretor administrativo da Svitzer Américas, Martin Helweg, em entrevista ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado.

Ele salientou o potencial de crescimento e de melhorias de produtividade dos serviços oferecidos no País, e considerou que a experiência da empresa em fornecer globalmente serviços de reboque, em especial para o segmento de óleo e gás, podem contribuir para otimizar a cadeia de serviços e elevar o padrões de atendimento.

Com sede no Rio de Janeiro, a Transmar opera no segmento offshore do Rio e do Espírito Santo e também oferece serviços no Porto de São Francisco do Sul (SC).

O diretor de Operações da Transmar, Tarik Darian, reforçou a aposta no segmento de óleo e gás, apesar do momento por qual passa no setor no Brasil, em meio ao escândalo de corrupção da Petrobras, e internacionalmente, com os preços mais baixos do barril.

"Entendemos a timidez de outras empresa, mas onde outros veem crise, nós vemos oportunidades únicas", disse.

Além do mercado offshore, a nova direção da companhia aposta em expandir sua atuação em outros portos, onde considera que existem gargalos nos serviços.

Darian evitou, porém, citar focos de interesse.

A Svitzer, que possui uma frota com mais de 430 navios e operações em todo o mundo, já atua em outros países na América do Sul, como Chile, Peru, Venezuela e Colômbia.

Fonte: Exame

Categoria Notícias

O Brasil é um país continental cujo escoamento da produção se dá, predominantemente, pelo modal rodoviário. Com o intuito de debater as inúmeras dificuldades enfrentadas pelos transportadores de cargas, como o roubo de mercadorias e a mobilidade urbana, bem como promover negócios, o Rio de Janeiro sediará o Fórum Especial Nacional do Transporte de Cargas e Logística (Fenacargo), de 26 a 28 de setembro, no Riocentro, com entrada gratuita.

Durante a Fenacargo serão enfocados temas que permeiam o dia-a-dia dos rodoviários, como segurança, transporte sustentável, armazenagem e logística, redução da carga tributária e melhoria na infraestrutura de transporte. O evento será composto por reuniões temáticas, além de estandes com a exposição de produtos e serviços.

Fórum interestadual para ações integradas de prevenção e repressão ao roubo e furto de cargas e veículos de carga

Os roubos de cargas vêm aumentando no país, principalmente na região Sudeste. Só no Rio de Janeiro, esse tipo de crime subiu mais de 50% nos primeiros cinco meses deste ano. No país, foram registrados cerca de 15 mil assaltos, gerando um prejuízo de mais de R$ 1 bilhão. Para debater a questão e identificar como combater estas ações, a Fenacargo sediará o Fórum interestadual para ações integradas de prevenção e repressão ao roubo e furto de cargas e veículos de carga, no qual participarão autoridades policiais, empresários, técnicos e usuários.

Será um intercâmbio de informações e experiências de representantes de entidades dos setores público e privado que atuam na prevenção e repressão aos delitos de carga e veículos de carga, em níveis Estadual e Federal.

E, também, a análise de sugestões e de medidas aplicáveis, em nível governamental e empresarial, capazes de otimizar resultados da ação policial e reduzir os elevados índices de sinistralidade hoje assinalados no segmento.

O diretor de segurança do Sindicato das Empresas do Transporte Rodoviário de Cargas e Logística do Rio de Janeiro (Sindicarga), Coronel Venâncio Alves de Moura, afirma que a Fenacargo será uma excelente oportunidade para discutir ações contra o roubo e a receptação de mercadorias. “Acredito que chamaremos a atenção das autoridades para o assunto, que muito nos aflige e afeta toda a economia brasileira. A integração entre as polícias é fundamental para o combate ao roubo de cargas e o aumento da eficiência logística do transporte rodoviário no país”, aponta Coronel Moura.

Fórum jurídico especializado do setor de transporte rodoviário de carga e logística

Este fórum tem como objetivo o debate público de assuntos jurídicos relevantes que assolam o setor, trazendo à pauta aspectos importantes das áreas de direito cível, trabalhista e tributário. A reunião terá como ponto fundamental a apresentação de palestras buscando a integração e participação dos representantes das entidades do setor.

A expectativa é que sejam identificados os pontos positivos e negativos de cada tema abordado, para que, com os debates e discussões realizados, se possa avaliar o cenário atual das ações judiciais que estão em trâmite nos tribunais, e quais caminhos o setor deve percorrer para buscar um novo viés de entendimento referente às matérias discutidas.

Fórum sobre infraestrutura e mobilidade urbana

Neste fórum serão debatidos assuntos atuais e importantes para a infraestrutura e a mobilidade urbana no Estado do Rio de Janeiro com representantes que atuam na administração pública, além de especialistas nos temas.

Evento paralelo

Será lançado pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) a Rede Transporte: Central Nacional das Cooperativas de Transporte de Cargas e Passageiros. A ideia parte do exemplo bem sucedido das cooperativas de transporte de cargas do Rio Grande do Sul. Lá, a Central tem como meta ser referência, até 2017, em representatividade empresarial no transporte coletivo para o desenvolvimento do setor. Através da criação da Rede Transporte, as cooperativas do segmento que passarão a integrar a Central terão redução de custos e aumentarão suas capacidades de compras.

Expectativa

A previsão é receber mais de 10 mil visitantes, entre empresários e executivos do transporte de cargas, embarcadores, operadores logísticos, representantes de cooperativas, associações, prestadoras de serviços e profissionais autônomos.

O presidente do Sindicarga, Francesco Cupello, diz que o Estado do Rio de Janeiro conta com um número significativo de empresas de transporte de cargas, atividade econômica de importância estratégica para o país e, por isso, acredita que o Fórum será essencial para agregar o setor. “São em encontros como estes que empresários, representantes de entidades, prestadores de serviços e colaboradores têm a chance de divulgar seus trabalhos e conquistas. Além de discutirem os entraves e problemas comuns, exploram temas e demandas técnicas pertinentes ao setor”, explica.

Certo de que “a melhor forma de superar as dificuldades, fomentar a atividade e os negócios é a troca de ideias, conhecimentos e experiências”, o presidente da Federação do Transporte de Cargas do Estado do Rio de Janeiro (Fetranscarga), Eduardo Rebuzzi, ressalta: “O transporte de cargas, particularmente, diante de sua abrangência e complexidade operacional, requer o constante envolvimento daqueles que atuam nesta apaixonante atividade, uma das bases que consolidam a economia como um todo”.

Segundo Cláudio Montenegro, diretor executivo da Montenegro Grupo de Comunicação, a Fenacargo será a oportunidade de examinar a situação logística do Brasil. “Sem infraestrutura o país não vai chegar onde merece estar. Durante a Fenacargo trataremos dos temas que mais atingem ao setor, com especialistas de diversos segmentos do transporte de cargas”, comenta.

A Fenacargo é uma realização conjunta da Fetranscarga, do Sindicarga e da Montenegro Grupo de Comunicação, que também é responsável pela realização, organização e promoção do evento.

Expotáxi Brasil

A Fenacargo será realizada em paralelo à Expotáxi Brasil – Feira Nacional do Táxi, Fretamento de Passageiros, Veículos Executivos, Frotistas e Similares, uma oportunidade aos visitantes em conhecer novidades tecnológicas do setor automotivo com as principais montadoras, fornecedores de produtos e serviços para empresas de táxis, associações, cooperativas, empresas de fretamento de passageiros, micro-ônibus, vans de turismo, frotistas, profissionais autônomos, veículos executivos, dentre outros. Durante os três dias de evento, atrações diversas, como exposições, novidades do mercado automobilístico e da indústria automotiva, test drives em veículos novos, demonstrações técnicas e inovações em mecânica, eletrônica e carroceria, além de conhecer veículos adaptados para portadores de necessidades especiais.

Serviço:

Fenacargo

Data: 26 a 28 de setembro de 2014

Local: Riocentro – Av. Salvador Allende, 6.555 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro/RJ

Entrada franca: Credenciamento pelo site do evento ou no local

Site: http://www.fenacargo.com.br

Facebook: http://www.facebook.com/fenacargo

Twitter: @fenacargo

Categoria Notícias

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) publica nesta quarta-feira uma decisão administrativa que oficializa um novo rumo para a duplicação do lote 1 da BR-280, entre o porto de São Francisco do Sul e a BR-101, cujo processo está paralisado desde dezembro por uma liminar da Justiça Federal de Florianópolis.

Em vez de esperar por uma decisão da Justiça, o órgão vai homologar a terceira colocada na licitação, a Sulcatarinense, como a vencedora do processo. Os grupos que ficaram em primeiro e segundo lugares serão desabilitados. No último dia 8, o DNIT convocou a Sulcatarinense a apresentar uma nova proposta — de R$ 302,5 milhões para a realização das obras. Antes, o valor era de R$ 313,2 milhões.

Também devem ser oficializados os motivos da desclassificação dos consórcios BTE e Continental-Pavia-Sogel, primeiro e segundo lugares no processo de licitação. Ao entrar na Justiça em dezembro, a Sulcatarinense tinha questionado a capacidade financeira do consórcio BTE. Pelo edital, o valor exigido para a habilitação é de 13% da proposta de preço, ou seja, cerca de R$ 39,3 milhões.

No entendimento da Sulcatarinense e da Justiça Federal, a BTE não atende à exigência porque apresentou a capacidade financeira de R$ 15,2 milhões. Oficialmente, o DNIT ainda não informou os motivos da desclassificação da segunda colocada, a Continental-Pavia-Sogel.

Na prática, o DNIT encontra uma solução administrativa para evitar que o processo tenha de ser recomeçado do zero ou de esperar por uma decisão final da Justiça, que pode levar meses, considerando a série de recursos possíveis.

A decisão, no entanto, ainda pode ser questionada. Ontem, por telefone, um dos diretores da Continental-Pavia-Sogel, Álvaro Guedes, disse "estranhar muito" se o Dnit oficializar a desabilitação do consórcio.

— Atendemos 100% as exigências do edital. Temos, inclusive, parecer de instrução normativa do próprio DNIT. Não quero acreditar que o órgão tenha tomado essa decisão. Não fomos informados e vamos aguardar a manifestação oficial que deve sair amanhã (hoje) — disse Guedes.

Ele não informou se a empresa pretende começar uma nova batalha judicial pelo direito de fazer as obras no lote 1 da rodovia.

Um dos sócios do BTE, que havia ficado em primeiro lugar, ao saber da homologação do DNIT, preferiu jogar a toalha.

— A ação da empresa que ficou em terceiro lugar nós já contestamos na Justiça, mas com essa nova decisão do DNIT ela não terá mais fundamento. Seria tão moroso ficar com novos recursos que só meus filhos e meus netos veriam decisão definitiva — disse Ricardo Dal Molin, sócio-proprietário da Bolognesi, uma das empresas que forma o consórcio.

Ele já havia levantado a hipótese, na semana anterior, de que o governo federal optasse por uma homologação administrativa em vez de esperar a decisão da Justiça. Bolognesi também diz estar curioso para saber os detalhes da desabilitação do consórcio que ficou em segundo lugar.

 

Fonte Porto Gente

Quinta, 12 Dezembro 2013 18:00

Ministro questiona manutenção da ALL

Acidente em ferrovia administrada pela empresa causou 8 mortes no interior paulista; César Borges afirma que ALL não tem feito investimentos

BRASÍLIA - O ministro dos Transportes, César Borges, afirmou ontem que a empresa América Latina Logística (ALL) não fez a manutenção preventiva adequada na ferrovia onde houve um descarrilamento de vagões de trem no mês passado deixando oito pessoas mortas em São José do Rio Preto (interior de SP).

"A ALL não tem feito investimentos. Já pedi para a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) intensificar a fiscalização", disse Borges. Segundo ele, a agência reguladora deve assinar um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) imediato com a concessionária. "Essa linha precisa funcionar corretamente para o escoamento da safra de 2014", completou.

Segundo Borges, a ANTT tem informações iniciais de que a composição acidentada estava a uma velocidade superior aos 25 quilômetros por hora permitidos nesse trecho.

Após a declaração do ministro Borges, a ALL divulgou uma nota ontem negando problemas com a manutenção da ferrovia. A companhia informou que os trabalhos estavam em dia.

"A ALL esclarece que a condição de manutenção e conservação da linha férrea em São José do Rio Preto é adequada às normas de segurança estabelecidas e compatível com a velocidade em que o trem estava circulando. A companhia segue investigando as causas do acidente", aponta o comunicado oficial da empresa.

A ALL também informou que já foram investidos mais de R$ 1,8 bilhão na recuperação da malha, além da compra de vagões e locomotivas e implementação de tecnologias para o transporte ferroviário.

"Os constantes investimentos em tecnologia e em melhoria da linha férrea permitiram que a companhia reduzisse em até 80% o índice de acidentes desde 2006. Apenas no Estado de São Paulo, a ALL já investiu cerca de R$ 700 milhões na substituição de 1,75 milhão dormentes e 65 mil toneladas de trilhos", informou o comunicado da empresa.

A ALL é uma concessionária criada em 1997, durante a privatização da Rede Ferroviária Federal. A companhia tem cerca de 21,3 mil quilômetros de malha ferroviária, com acesso aos portos de Santos (SP) e Paranaguá (PR), considerado estratégico para o escoamento de produtos agrícolas do País.

Briga com clientes. A afirmação do ministro dos Transportes não é o único problema que a ALL enfrenta no momento. No fim do ano passado, Rumo Logística, Copersucar e Agrovia recorreram à ANTT para exigir que a ALL transportasse os volumes mínimos de açúcar definidos em contrato. Em setembro, a Rumo, braço de logística do grupo Cosan, conseguiu uma medida cautelar contra a ALL para receber o previsto, alegando ter feito a sua parte e acusa a ex-parceira de fugir de obrigações contratuais.

O processo corre em segredo de Justiça. A concessionária acusa a Rumo de obrigá-la a cumprir um contrato escorchante. A Rumo entrou com pedido de arbitragem. "Os árbitros já foram nomeados, mas ainda não foi definida uma data o julgamento do caso", afirmou uma fonte.

A Cosan chegou a negociar sua entrada no bloco de controle da ALL, mas as conversas, que duraram um ano e meio, não vingaram. Ontem, as ações da ferrovia fecharam com queda de 2,6%, enquanto o Ibovespa teve desvalorização de 1,8%.

Fonte: Reuters

 

 

Categoria Comércio Exterior

Até o fim do ano, secretário de Infraestrutura prevê ordem de início para 20 obras de asfaltamento em acessos municipais em todo o Estado

 

O secretário estadual de Infraestrutura e Logística, João Victor Domingues, garante que o ano de 2014 será de realizações na área. Entre os projetos, destaque para a licitação da Estação Rodoviária de Porto Alegre. Segundo ele, o edital deve ser publicado até o primeiro trimestre do próximo ano. Em maio, a revitalização do local foi cancelada – assim como outras obras que não ficarão prontas até a Copa do Mundo.

“Vamos fazer uma licitação para um projeto mais simples, por cinco anos. E, nesse período, nos dois primeiros anos, vamos fazer uma Proposta de Manifestação de Interesse (PMI) para termos menos problemas e para que possamos construir um projeto mais interessante para o futuro”, afirmou Domingues. Inúmeros obstáculos, como propostas inadequadas no projeto básico para a modernização e estudos técnicos de viabilidade econômica e ambiental incompletos, atrapalharam o concurso realizado no início do ano que previa concessão para administrar o espaço por duas décadas.

Até o fim do ano, a Secretaria de Infraestrutura e Logística (Seinfra) deve iniciar 20 obras de asfaltamento em acessos municipais. “Temos 73 municípios sem acesso. O plano prevê 104 ligações regionais. Já inauguramos 12 acessos e temos mais nove para inaugurar; 24 estão em andamento e mais 20 devem começar”, diz.

O Plano de Obras Viárias inclui acessos municipais, duplicações, ligações regionais e conservação das estradas estaduais. “No próximo ano, vamos agilizar os trabalhos nas estradas, conforme o plano de emergência decretado em 17 de outubro pelo governador Tarso Genro.” O plano prevê um investimento de R$ 769 milhões até o fim de 2014  na execução de acessos municipais.

 

Fonte: Jornal do Comércio

 

 

A aposta da gigante Odebrecht pelo trecho mato-grossense da BR-163, um importante corredor para o escoamento da produção de grãos do Estado, reforça o debate sobre a criação de um corredor alternativo de exportação que desafogue os Portos de Santos e Paranaguá. Segundo especialistas em logística, o transporte de grãos no sentido norte - por portos como o de Santarém, no Pará - seria uma das alternativas disponíveis.

 

Mesmo com a infraestrutura muito deficiente no Pará - onde a maior parte do trecho da BR-163 ainda é de estradas de terra -, o uso desse corredor de exportação tem crescido. O Porto de Santarém recebeu, entre janeiro e outubro de 2013, 3,1 milhões de toneladas de grãos, um volume 57% maior do que no mesmo período do ano passado. O fiel da balança para o crescimento de Santarém foi o aumento da movimentação de milho no terminal, que cresceu 280% até outubro, superando a marca de 1,4 milhão de toneladas.

Embora Santarém fique longe da costa, o porto da cidade está localizado na margem direita do Rio Tapajós. A partir dali, os navios podem ser carregados e seguir pelo Rio Amazonas até o Oceano Atlântico, com destino à Europa e à Ásia, principais consumidores de grãos brasileiros. Contando só o trecho por terra, a viagem até Santarém economiza cerca de 800 km de estrada em relação a Santos e mais de 1.000 km na comparação com Paranaguá.

Investimento. Para Paulo Resende, coordenador do núcleo de infraestrutura e logística da Fundação Dom Cabral, a possibilidade de substituição do "corredor sul" pelo "corredor norte" é óbvia , mas ainda depende de muitas obras que exigem investimentos de longo prazo. Além das más condições da BR-163, ele diz que uma série de hidrovias - especialmente a Teles Pires-Tapajós - também precisam sair do papel.

Dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostram que os gastos com transporte até os principais portos do País representam cerca de 30% do custo total dos produtores de grãos localizados no Norte de Mato Grosso. A CNI também aponta que o ritmo do investimento em logística no País é lento demais. Hoje, o País aplica 2,1% do Produto Interno Bruto (PIB) na melhoria da infraestrutura de transporte, enquanto China e Índia gastam 7,3% e 5,6%, respectivamente.

"Não adianta o governo tentar fazer tudo de uma vez, senão as coisas nunca vão acontecer de verdade", afirma Resende. Segundo ele, é preciso definir prioridades claras para que o trabalho comece a partir de algumas obras específicas. Algumas melhorias exigem pouco investimento. Ele lembra que os rios de Rondônia, um Estado que começa a ganhar importância na produção de grãos, não são navegáveis durante o período de seca, por falta de obras de aprofundamento de calado.

Na luta pela redução do custo de transporte, grandes exportadoras de grãos já estão construindo terminais no Pará. A viabilização desse corredor de exportação, no entanto, depende de uma visão multimodal, na visão de Paulo Fernando Fleury, diretor-geral do Instituto Ilos e professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). "Hoje, esse corredor de exportação movimenta 2 milhões de toneladas por ano. Com as obras certas, poderia chegar a 12 milhões de toneladas rapidamente, em um período de cinco ou seis anos."

Estrutura. Para que esse potencial seja transformado em realidade, diz o professor da UFRJ, um caminho é priorizar as hidrovias. Na Teles Pires-Tapajós, por exemplo, é necessária a construção de eclusas para correção de desníveis e também um trabalho de eliminação de barreiras de pedras, para que as barcaças possam navegar com tranquilidade. O especialista diz que as obras são consideradas simples e que podem ser tiradas do papel em um prazo relativamente curto.

Dados oficiais mostram que o potencial das hidrovias no País ainda é subaproveitado. Hoje, segundo a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), somente cerca de 5% do que o Brasil produz é escoado pelos rios - o volume poderia ser bem maior, de acordo com especialistas. Além da lentidão na viabilização dos investimentos, Resende, da Fundação Dom Cabral, diz que alguns mitos sobre o transporte pelos rios ainda persistem. "Existe o entendimento de que as hidrovias são poluentes, o que está muito longe da realidade."

Para Resende, embora as vantagens do corredor norte de exportação sejam claras, é preciso que o setor produtivo tenha em mente que redirecionar o transporte será uma tarefa difícil. Ele lembra que, além da infraestrutura rodoviária e ferroviária na direção de Santos e Paranaguá ser melhor, as empresas estabelecidas nos tradicionais corredores logísticos não querem perder negócios. "O setor logístico já está consolidado na direção de Santos e Paranaguá", diz o especialista. "Por isso, o deslocamento desse corredor precisa ser política de longo prazo."

Integração com Pacífico enfrenta problemas

Com o segundo menor PIB da Região Norte em números absolutos, o Acre tenta superar os gargalos da infraestrutura em transporte para consolidar cadeias produtivas vinculadas ao extrativismo ou à agropecuária.

Há dois eixos modais estratégicos: a BR-364 (integra o Acre ao Centro-Oeste e demais regiões do País) e a BR-317 (rodovia que vem do Amazonas e liga o Acre ao Pacífico por meio da Rodovia Interoceânica). O trecho brasileiro dessa rodovia é chamado de Estrada do Pacífico e custou aos cofres públicos R$ 25 milhões.

A inexistência da ponte do Abunã, entre Rondônia e Acre, é um dos principais gargalos da infraestrutura rodoviária e desestimula o comércio na região. A travessia ainda ocorre por balsa. Situação que, durante o verão, ameaça o abastecimento de produtos básicos no Acre, incluindo combustível.

O Departamento Nacional de Infraestrutura em Transporte abriu licitação mês passado. O consórcio Aterpa foi o vencedor e disse que construirá a ponte por R$ 91,2 milhões. A expectativa é de que as obras comecem no primeiro semestre de 2014 pelo Regime Diferenciado de Contratação (RDC), com prazo de conclusão de 900 dias.

Para a integração comercial com países asiáticos via Pacífico há outro gargalo: a falta de outra ponte ligando a cidade de Epitaciolândia e Brasileia, municípios que antecedem a chegada à cidade de Assis Brasil, na tríplice fronteira entre Brasil, Peru e Bolívia, porta de entrada da Interoceânica. Há projetos para construção de um anel viário.

A Zona de Processamento de Exportação foi uma aposta do governo acreano que ainda não rendeu resultados práticos. A ZPE do Acre foi a primeira a ser alfandegada e é resultado de uma ação continuada de três governadores.

O problema é que, além dos gargalos no transporte a atual legislação das ZPEs, que limita a comercialização interna em 20% e obriga a exportação de 80%, não estimula a instalação de empresas.

Fonte: Estadão

 

Categoria Comércio Exterior

Empresa de transporte exclusivo garante entrega rápida e com qualidade para os clientes da Golfran distribuídos pelo país.

Ao comprar produtos via catálogo, o consumidor espera agilidade e entrega rápida no pedido. Pensando nisso, a Golfran tem buscado investir em logística de transporte para garantir que a mercadoria chegue dentro do prazo estimado até a casa do consumidor. Para isso, a empresa inova ao colocar em prática um serviço de transporte exclusivo para a distribuição das encomendas feitas.

A Takilog nasceu da união de esforços da Golfran para garantir agilidade na entrega, tornando-se a transportadora oficial e exclusiva da empresa. Ela funciona junto à sede da Golfran em Caxias do Sul e atua na distribuição de todas as encomendas feitas pelos consumidores. Em alguns estados, o serviço é terceirizado, mas que mantém a mesma qualidade do serviço prestado pela transportadora oficial. O tempo médio de distribuição dos produtos varia de acordo com a localidade. De Caxias do Sul até Boa Vista (RR), um dos locais mais distantes em que a Takilog atua, as encomendas chegam ao destino em até 24 dias.

O sócio-diretor da Takilog, Flavio José Lovatel, ressalta que a parceria entre a empresa e a Golfran resultou em um serviço de qualidade, com entrega rápida e pontualidade, diferencial importante no segmento de venda direta por catálogo.

Para a responsável pelo desenvolvimento de produtos da Golfran, Kimberly Cavalli, a parceria com a Takilog foi o caminho encontrado para realizar as entregas com maior segurança, rapidez e para qualquer lugar do país. “Antes, tínhamos dificuldade em encontrar quem transportasse para algumas regiões. Agora, com a Takilog, superamos de vez esta questão. A facilidade na distribuição é mais um dos diferenciais da Golfran. Além de produtos de qualidade, a entrega é certa e leva ao cliente o que há de melhor”, diz.

Para 2014, está prevista a aquisição de novos veículos, ampliando a frota da Takilog e conferindo ainda mais dinamismo na distribuição das mercadorias a franqueados, consultores e clientes da Golfran.

Sobre a Golfran

A Golfran atua no mercado de venda direta via catálogo, sendo o maior em oferta de produtos da América Latina. Com sede na cidade de Caxias do Sul, a empresa conta com consultores distribuídos por todo o território nacional com atendimento porta a porta. Hoje, são cerca de 100 franqueados e mais de 17 mil consultores distribuídos por todas as regiões do país.

A linha de produtos comercializados pela empresa compreende os segmentos de cama, mesa, banho, calçados, decoração, vestuário, móveis, brinquedos, cortinas, tapeçaria, utilidades domésticas e joias. Essas linhas são distribuídas em três catálogos: Fianceé, Joias e Baby, este último com mais de 100 páginas em produtos exclusivos para bebês.

A Golfran trabalha com diversas marcas reconhecidas no mercado nacional, tais como: Altenburg, Lepper, Tutti Baby, Dohler, Lancer, Etruria, Batistela, Condor, Ícaro, Delicatto, Bella Janella e Interlar.

Fonte: Segs



Categoria Comércio Exterior
Pagina 1 de 2