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Exibir por tag: Porto Paranagua - SAC Armazenagem & Modais

O governo federal informou que a ausência do Porto de Paranaguá na lista para elaboração de Evtea’s (Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental) para o arrendamento de terminais em portos públicos só ocorreu porque o processo de leilão do porto paranaense encontra-se em etapa mais adiantada.

Segundo a SEP (Secretaria Especial de Portos), os arrendamentos dos seis terminais de Paranaguá, previstos na nova etapa do PIL (Programa de Investimento em Logística), já possuem Evtea’s elaborados e por isto ficaram de fora da lista divulgada no fim de agosto. A elaboração de Evtea é o ponto de partida para a realização de um arrendamento portuário.

O diretor-presidente da Appa (Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina), Luiz Henrique Dividino, disse que deve ir a Brasília na próxima semana para conversar sobre o assunto com a equipe da SEP. A previsão é que os arrendamentos em Paranaguá ocorram no primeiro semestre de 2016.

Fonte: Guia Marítimo

Categoria Notícias

A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) iniciará, nos próximos dias, um Programa de Capacitação para empresas do Litoral que tenham interesse no fornecimento de serviços necessários para os portos de Paranaguá e Antonina.

“O objetivo do Programa é desenvolver fornecedores locais e regionais, tornando os processos mais ágeis, reduzindo os custos e fortalecendo o desenvolvimento da economia do Litoral”, explica o diretor-presidente da Appa, Luiz Henrique Dividino.

A Appa promoverá palestras, cursos e treinamentos voltados aos empresários, para esclarecer as exigências legais, burocráticas e o funcionamento dos procedimentos para contratação de serviços.

“Queremos subsidiar com informações, por meio de capacitação, os comerciantes que atuam no entorno dos portos do Paraná”, reforçou Dividino. Ele explica, que o programa será direcionado para prestadores de todo e qualquer tipo de serviço, seja de manutenção, obras ou compras.

“A iniciativa tem por finalidade capacitar interessados em participar de licitações, desde as mais complexas, bem como dos pregões eletrônicos”, enfatizou Dividino.

Os interessados em participar do programa deverão inscrever-se através do endereço eletrônico O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.. Após a inscrição, a Appa organizará grupos de interessados que participarão de palestras ministradas pelo corpo técnico da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina.

Benefícios Sociais, econômicos e ambientais – Segundo a Appa, entre os propósitos estão a geração de emprego e renda para a população da região, incentivo aos prestadores de serviço e comerciantes, manter o dinheiro circulando na economia local e ainda contribuir com o meio ambiente. Comprar localmente significa reduzir distâncias para adquirir o que precisa, reduzindo também os gastos com transporte e gerando um impacto ambiental positivo.

Fonte: Portos e Navios

Categoria Notícias

O Porto de Paranaguá, no Paraná, registrou nesta quarta-feira a maior movimentação de fertilizantes em um único dia. As 34 mil toneladas de produtos desembarcados marcaram o melhor desempenho nos últimos anos.

A informatização do sistema de descarga da mercadoria, a instalação do sistema de monitoramento de cargas por rádio (RFID) e a ativação do Terminal Público de Fertilizantes, contribuíram para o recorde.

Os portos paranaenses importaram 3,1 milhões de toneladas de fertilizantes de janeiro a abril deste ano, um aumento de 11% em comparação ao mesmo período de 2013. A agilidade na importação também fez com que o valor pago por multas de sobrestadia no cais diminuísse. Somente no mês de abril houve queda de 39% nas multas pagas no comparativo com o mesmo mês no ano anterior.

Fonte: A Tribuna

Categoria Comércio Exterior

A Ferroeste retomou o transporte de farelos até o Porto de Paranaguá, no litoral paranense, após sete anos.

 

 

A operação, retomada em dezembro do ano passado, foi possibilitada pelo acordo comercial firmado entre a empresa, a cooperativa Agrária, que é dona da carga, e a América Latina Logística (ALL), concessionária do trecho ferroviário entre Guarapuava e o terminal portuário.

De acordo com o secretário estadual de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, com a retomada a Ferroeste vai ajudar a alavancar ainda mais a infraestrutura e o desenvolvimento do Estado, além de agilizar a chegada de produtos até o Porto de Paranaguá.

O presidente da Ferroeste, João Vicente Bresolin Araújo, explicou que o acordo foi firmado graças ao diálogo. "As operações vão permitir redução dos custos, além de abrir novo fluxo de cargas durante a entressafra. Nesse período, o movimento de grãos entra em recesso. Antes do acordo, a Ferroeste era limitada à movimentação de fertilizantes, via importação. Recentemente a Ferroeste adquiriu, pela primeira vez na história, duas locomotivas próprias. A operação, que teve investimento de 2 milhões e 200 mil reais, vai permitir que a empresa amplie em 50% a capacidade de transporte neste ano. A compra possibilita à Ferroeste levar as locomotivas de Cascavel a Ponta Grossa. Com isso, os trens não ficam mais parados em Guarapuava aguardando conexão. Isto vai garantir uma melhoria de 28% na produção da empresa sem a necessidade de investimento em locomotivas e vagões".

As informações são da Agência de Notícias do Paraná. 

 

Fonte Porto Gente

Categoria Notícias

A partir do dia 2 de janeiro, terão preferência de embarque em um dos três berços do Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá, os operadores de grãos que apresentarem melhores índices de produtividade.

As novas regras, detalhadas na Ordem de Serviço 126, de 1 de outubro de 2013, deixarão um dos três berços do Corredor de Exportação com preferência na atracação para navios que forem embarcar cargas de até três terminais diferentes (com um mínimo de embarque de 18 mil toneladas de cada um deles).

A configuração do Corredor de Exportação – que interliga 9 terminais, sete privados e dois públicos, ao sistema de correias conectadas a seis shiploaders – permite que os navios operem cargas de todos os terminais existentes. No entanto, as paradas operacionais causadas para a troca de terminal acabam atrasando a operação. O estudo estatístico mostrou que as melhores produtividades são conseguidas por navios que operam com três terminais com consignação mínima de 18 mil toneladas cada, exatamente o que a Ordem de Serviço estabelece como prioridade. Atualmente, 35% dos navios que atracam no porto operam nestas condições, no entanto, sem uma preocupação real de atingir esta produtividade. Com a medida, acredita-se que a quantidade de navios a se adequarem a nova regra ultrapassará os 50%.

“Esta medida que estamos adotando irá mudar o cenário de embarque de grãos em Paranaguá. Quem for mais organizado merece receber as melhores condições de operar”, explica o superintendente dos portos, Luiz Henrique Dividino.

Além de criar preferências e consignações mínimas por terminais, a medida adotada pela Appa mexe também na formatação do line up (programação) dos navios. Agora para entrar no line up, o navio deve ter seu plano de cargas validado pelo operador. Ou seja: a Appa precisa estar informada da carga total a ser embarcada e de onde ela virá (quais terminais). Atualmente, muitos navios que entram na fila do Corredor de Exportação não possuem carga consolidada. Nos períodos de pico de safra, do total de navios aguardando, cerca de 70% não possuíam sequer carga plena, formando uma fila irreal. A partir de 2014, navios nestas condições não entrarão mais na programação e serão considerados como navios ao largo não programados.

Para se ter uma ideia de quanto as múltiplas paradas prejudicam a produtividade dos navios, de janeiro a novembro, as paradas no Corredor em função de troca de terminais somaram 22 dias de inatividade.

 

Fonte: Porto Gente

Categoria Comércio Exterior

A proposta da empresa vencedora do leilão da BR-163 ficou em R$ 4,38 para cada 100 quilômetros da rodovia no trajeto que corta Mato Grosso do Sul. A Companhia de Participações em Concessões venceu o leilão na terça-feira (17) ao apresentar a valor de pedágio 52% menor que o teto estabelecido pelo edital, de R$ 9,27.

A concessão da rodovia com 847 quilômetros de extensão no Estado será de 30 anos. De acordo com a Associação dos Produtores de Soja de MS, os benefícios da privatização predominarão em relação aos novos custos.

“O impacto da privatização será positivo se levado em consideração a agilidade do escoamento, a conservação das estradas e o ritmo do fluxo”, destacou o presidente da associação, Almir Dalpasquale. Ele referiu-se às melhores condições de trafego, economia de combustível, durabilidade dos pneus e motores e, principalmente queda no número de acidentes na rodovia.

“Por um lado temos a elevação nos custos com a logística para o setor produtivo, por outro, se ganha uma série de benefícios incalculáveis, como a segurança que a qualidade das estradas oferecerá. A privatização poupará vidas, e vida não tem preço”, reforça Dalpasquale.

De acordo com a Aprosoja/MS, a duplicação da pista dará ritmo à logística agrícola e pouco impactará na rentabilidade da produção. “Cerca de 70% da produção de grãos se concentra ao Sul do Estado, sendo assim os caminhões que transportarem a soja até o Porto de Paranaguá terão de arcar com pedágios em no máximo quatro pontos. Mas a queda no tempo de viagem será um dos pontos mais positivos na logística agropecuária”, afirma Dalpasquale.

Nove pontos de cobrança de pedágio serão instalados no Estado, um a cada 100 quilômetros da rodovia BR-163. Com custo de R$ 4,38 por ponto, um carro de passeio para atravessar nossa região arcará com o valor de R$ 39,42, enquanto que um caminhão bitrem de sete eixos, com capacidade para escoar 37 toneladas, terá custo de R$ 275,94 para percorrer o trecho.

“Sobre o impacto para a logística dos grãos sul-mato-grossenses, deve-se levar em consideração que 70% da produção agrícola se concentra ao sul do Estado, o que dispensa a passagem em pelo menos metade dos pontos de pedágios que serão instalados”, enfatiza.

A soja exportada por Mato Grosso do Sul tem como principal canal de escoamento o Porto de Paranaguá, o que torna necessária a utilização da BR-163.

Fonte: A crítica