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Exibir por tag: Logística - SAC Armazenagem & Modais

Uma comissão de especialistas do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) vem ao Paraná para analisar o perfil das obras que integram o Programa Estratégico de Infraestrutura e Logística de Transportes do Estado. O grupo se reunirá com representantes da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (SEIL) e do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR).

Orçado em US$ 435 milhões, o programa prevê uma série de investimentos em obras rodoviárias, projetos na área de infraestrutura e a construção de centros logísticos no Paraná. Do valor total, a proposta prevê um financiamento de US$ 235 milhões em empréstimos junto ao BID e os outros US$ 200 milhões de contrapartida do Governo do Paraná.

“Essa visita é uma oportunidade única para mostrarmos o desenvolvimento do Paraná no setor logístico e alinhar alguns ajustes da nossa proposta em relação as condições e a política de financiamento do BID,” afirma o secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho. A expectativa é que o empréstimo seja assinado no segundo semestre de 2017.

Durante os três dias de programação estão previstos debates referentes aos projetos de engenharia, análises ambientais e a atual conjuntura econômica e social do Paraná, destacando a necessidade dos investimentos em rodovias e infraestrutura para melhorar as condições do escoamento de toda a produção da agricultura, indústria e comércio até o Porto de Paranaguá.

VISITA TÉCNICA - A comissão internacional também fará uma visita técnica para analisar as obras executadas pelo DER na região metropolitana de Curitiba, entre elas a restauração e ampliação da Estrada do Cerne (PR-090), em Campo Magro, e a duplicação e modernização da Rodovia João Leopoldo Jacomel (PR-415), principal ligação entre Curitiba, Pinhais e Piraquara.

RODOVIAS - Dentro das obras que serão financiadas pelo BID estão a construção de contornos em diversos municípios, pavimentação de novas rodovias e também duplicações. Entre as obras programadas estão os contornos de Wenceslau Braz (Norte Pioneiro), de Marechal Cândido Rondon (Oeste) e de Castro (Campos Gerais).

Também há obras de pavimentações do acesso de Coronel Domingos Soares (Sudoeste) e da ligação entre Pitanga a Mato Rico (Centro), além da pavimentação entre São Mateus do Sul e Irati (Sul).

CENTROS LOGÍSTICOS - Além dos recursos para modernização das rodovias, o financiamento do BID prevê, também, a criação de pontos de armazenagem de grãos, estacionamentos e áreas de serviços em regiões estratégicas para o transporte de cargas no Paraná. A intenção é construir esses centros em Cascavel, Maringá, Ponta Grossa, Guarapuava e Guaíra.

Fonte: Ag de Notícias do Paraná

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O presidente da Abralog (Associação Brasileira de Logística), Pedro Francisco Moreira, acredita que a recuperação econômica do Brasil passa pela logística. Para ele, a construção da infraestrutura é condição fundamental para o Brasil voltar a crescer. “Não há como duvidar disso. Dez entre 10 economistas pensam assim; dez entre dez logísticos, também! O governo também pensa assim, mas o governo está paralisado. A agenda de concessões em infraestrutura é um dos elementos que vão colaborar para essa retomada”. ??

Pedro Moreira fez o comentário durante solenidade na CNT (Confederação Nacional do Transporte), em que recebeu a Ordem do Mérito do Transporte Brasileiro – Medalha JK. Para o presidente da Abralog, não bastassem as enormes deficiências da infraestrutura nacional, desacertos governamentais punem o transporte e os cidadãos. “Apesar da queda do petróleo no mercado internacional, pagamos na média 30% a 40% a mais por litro do que se paga nos Estados Unidos. Isso significa que em um ano gastamos a mais cerca de R$ 25 bilhões com óleo diesel, apenas considerando o transporte rodoviário de carga”, disse. ??

Moreira garantiu que a crise não assusta os logísticos, até porque o seu trabalho tem como foco “reduzir custo, fazer mais com menos, de forma mais rápida e com eficiência”. Na opinião do presidente da Associação Brasileira de Logística, vive-se hoje cenário em que há muitos planos, mas pouca execução – nada muito relevante em rodovias, ferrovias, portos e aeroportos nos últimos anos. ??”Assim, na logística, temos o jogo diário do mais com menos. Mais eficiência, mais inovação, menos custos, menos erros, mais resultados. É uma forma de equilibrar o jogo, no qual já saímos perdendo em função da infraestrutura do País”.

MEDALHA JK – A condecoração foi criada pela Confederação Nacional do Transporte em 1992 para homenagear personagens cujo trabalho profissional foi relevante para o transporte, em qualquer de suas modalidades. A comenda tem como patrono Juscelino Kubitschek de Oliveira, que chegou à Presidência com o famoso plano de metas 50 Anos em 5.

Fonte: Guia Marítimo

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Quarta, 23 Março 2016 09:00

5 anos da ARM Logística

Neste dia 23 de Março de 2016,a ARM Armazéns Gerais & Logística, nosso parceiro aqui no portal Sac Armazenagem completa 5 anos de existência. Abaixo seguem algumas palavras do Presidente da ARM:

"Hoje dia 23 de Março de 2016,é um dia muito especial, pois há 5 anos nasceu a ARM, que é uma das maiores razões do meu viver.

Dediquei à minha carreira à Logistica entre os anos 1998 a 2009, porém em 2010 quando decidi empreender nesse maravilhoso projeto eu estava no ramo de Construção Modular, na empresa Rentcon Locações.

Apesar de muito contente com os avanços da Rentcon, empresa no qual ainda sou sócio, todos os dias ao me levantar, sabia que a minha felicidade e plenitude profissional estava naquela atividade que no passado já tinha me deixado noites sem dormir, para que a mercadoria chegasse na hora certa, no custo certo, na quantidade certa e com a qualidade correta.

Em conjunto com o meu atual sócio, Adriano Albuquerque, desenhamos todo o projeto e alugamos uma área de 50.000 m² em Duque de Caxias, apresentada por amigo dele.

A área perecia grande, mas como os nossos sonhos também eram, tudo se encaixou com perfeição. Cinco anos após, descobrimos que o nosso sonho realmente era maior do que a área.

Não tive dúvidas que o desafio seria grande, mas a paixão pela Armazenagem superou qualquer receio de um possível fracasso.

Quando fazemos o que amamos, todo dia é um aprendizado gratificante.

Nesse momento devo agradecer a todos os clientes, colaboradores, parceiros, investidores, amigos e familiares que acreditaram em nossa visão e sempre deram o apoio necessário para seguirmos em frente alinhados com os nossos valores e propósito.

Um obrigado especial ao Gustavo Lopes, nosso Diretor Operacional, que trouxe muita maturidade, simplicidade e eficiência para as nossas operações."

ARM ARMAZENANDO O FUTURO!!!
NÓS SOLUCIONAMOS! NÓS SIMPLIFICAMOS!! SOMOS ARM!!!

Samir Carvalho

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Situada em Duque de Caxias – RJ e especializada em armazenagem, movimentação de carga e projetos logísticos, a ARM Armazéns Gerais, registrou crescimento de 27% entre outubro e dezembro de 2015. Para 2016, a previsão é crescer mais 41%. A projeção é otimista para um ano de grandes desafios econômicos, contudo a direção da companhia garante que a expectativa é real.

“Nos últimos dois anos investimos muito em nossa equipe, que é o pilar principal do nosso sucesso e crescimento. Nosso DNA é composto por pessoas com sede de conhecimento e vontade de fazer negócios de forma sustentável e inovadora. Como consequência, criamos um diferencial percebido pelos nossos clientes, onde proporcionamos uma experiência baseada em con?ança, em ?exibilidade e em resultados”, comenta Samir Carvalho.

A ARM possui inúmeras certificações, como a LO para produtos químicos, AFE (Anvisa) para armazenagem de Correlatos, Saneantes, Cosméticos, Exército e Polícia Federal entre outras.

Para 2016 a empresa tem como foco ampliar a sua carteira de clientes, especialmente empresas de pequeno e médio porte, que precisam de uma gestão eficiente da cadeia de suprimentos para aumentar a competitividade no cenário atual. “Foque no seu core business, que cuidamos da sua operação com inteligência e produtividade”, destaca a companhia .

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O ministro dos Portos, Helder Barbalho, anunciou, na manhã de quarta-feira (25), a assinatura de um aditivo aos contratos de arrendamento portuário da Rumo Logística, do Grupo Cosan, para expansão das operações de seu terminal em Santos. O termo, assinado na quarta-feira (25), prevê a realização de investimentos de R$ 308 milhões, pela companhia, em suas instalações no cais santista até o fim de 2018. Entre as melhorias projetadas para a unidade, está o aumento das capacidades de armazenamento, recepção e embarque de mercadorias.

Segundo a Secretaria de Portos da Presidência da República (SEP), o aditivo unificou os três contratos de arrendamento da Rumo com a Companhia Docas de São Paulo (Codesp) e garantiu a renovação antecipada dessas concessões, que terminariam no próximo dia 6. O prazo, agora, vai até março de 2036. “Havia o risco de paralisar a operação. Festejamos mais esse investimento, que se soma à efetivação das ações planejadas dos terminais privados”, declarou o ministro.

Com o novo termo, a Rumo também ampliou sua área arrendada no Porto em mil metros quadrados, chegando a 117,4 mil metros quadrados. Seu terminal, localizado na Margem Direita do complexo, engloba os armazéns 16, 17, 18 e 19 (em frente ao cais) e os externos IV, V, IX, X, XIV, XV, XIX, XX e XXIII (entre os armazéns internos e a Avenida Perimetral), além da área de garagem ao lado do XXIII.

Pelo aditivo, a capacidade dinâmica de armazenamento dos terminais da empresa passará de 10 milhões de toneladas para 14,67 milhões de toneladas ao ano. E a capacidade anual de recepção de mercadorias irá de 17,68 milhões de toneladas para 29,7 milhões de toneladas. Já a capacidade de embarque de mercadorias crescerá 24%, para 16,67 milhões de toneladas ao ano.

A SEP também comunicou que os investimentos acertados com a empresa se destinarão a equipamentos e estruturas de armazenagem de açúcar e outros produtos de origem vegetal, em sacos e a granel.

A assinatura do aditivo foi anunciada pelo ministro Helder Barbalho ontem, durante sua participação no seminário Setor Portuário: Desafios e Oportunidades, realizado em São Paulo pela SEP em parceria com a revista Carta Capital.

Concessões no Pará

Durante o seminário, que contou com a presença do vice-presidente Michel Temer, Barbalho também falou sobre as próximas concessões de terminais portuários. Está programado um leilão para o arrendamento de seis instalações em complexos do Pará. O evento ocorrerá em 31 de março, na sede da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).

A concessão abrange duas áreas em Santarém, três em Outeiros e uma em Vila do Conde. Este último foi oferecido na rodada anterior, em dezembro passado, mas não recebeu nenhum lance. À época, os investidores se concentraram em arrematar três terminais em Santos.</CW>

Barbalho afirmou que “mudanças foram realizadas a partir da demanda dos investidores” para tornar a concessão de Vila do Conde mais atraente. “Estamos absolutamente confiantes de que haverá pleno sucesso no leilão de áreas do Arco Norte”, disse o ministro.

O titular da SEP também informou que recebeu a liberação do Tribunal de Contas da União (TCU) para lançar nos próximos dias o edital para o terminal de passageiros de Salvador.

Crescimento

O setor portuário deve crescer 103% do ano passado até 2042, estimou Helder Barbalho. O período leva em conta os processos de concessão e o tempo de renovação dos arrendamentos, que são de 25 anos. A projeção de investimentos no setor é de R$ 51,28 bilhões, entre públicos e privados.

O ministro avalia que a crise econômica é algo distante dos portos brasileiros. “A palavra crise é proibida no setor”, declarou. “O setor acumula um crescimento nos últimos anos que ultrapassa 70% de 2003 até 2015”, acrescentou.

Modais

Também presente no seminário, o ministro do Planejamento, Valdir Simão, destacou as ações de concessões para este ano. Serão feitos leilões de seis rodovias e de 26 Terminais de Uso Privado (TUP). E serão analisados 41 pedidos de TUP e o leilão de concessão dos aeroportos de Porto Alegre, Fortaleza, Florianópolis e Salvador, além de leilões de ferrovias.

Fonte: A Tribuna

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Terça, 23 Fevereiro 2016 21:45

Bandeirantes reestrutura terminal em Santos

A Bandeirantes Logística Integrada, grupo especializado em atividades de importação, exportação, transporte e distribuição de cargas, promoveu uma reforma em sua Instalação Portuária Alfandegada (IPA), situada no Porto de Santos (SP). As iniciativas incluíram o reposicionamento dos gates de acesso e a construção de um novo prédio administrativo e demandaram investimentos de R$ 10 milhões.

A nova posição dos gates possibilitou um aumento de 15% na área de armazenagem do pátio de contêineres, ampliando a capacidade física para 2.300 TEUs, além de melhorar a segurança da operação, com a segregação dos gates e do pátio. “Os novos gates são dotados de tecnologia de ponta, o que irá garantir a agilidade nas operações de entrada e saída de cargas”, completa o gerente Operacional, Roberto Pestana.

O prédio administrativo, por sua vez, mais moderno e amplo, apresenta novos escritórios, vestiários e refeitório. O objetivo é proporcionar mais qualidade de trabalho não só aos colaboradores da Bandeirantes, mas também às autoridades, como a Alfandega, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério da Agricultura, que trabalham diariamente no terminal.

“Essa estrutura diferenciada irá garantir a mesma qualidade de serviço já percebida pelos clientes na operação”, destaca o presidente da Bandeirantes, Washington Flores. “Com o aumento do espaço de armazenagem atingiremos uma gama ainda maior de clientes. São investimentos que trarão retorno imediato tanto na qualidade das atividades quanto no volume operado”.

O IPA, uma das unidades de negócio da Bandeirantes, conta com um total de 133 colaboradores. Além dele, a companhia conta com um Recinto Especial para Despacho Aduaneiro de Exportação (Redex) em Cubatão (SP), um armazém em São Paulo e outro em Paranaguá (PR), um centro de distribuição em Santos e com a transportadora Direx, que atua no transporte rodoviário de cargas, com uma frota composta por 89 equipamentos.

Fonte: Tecnologística

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Mesmo diante da crise econômica brasileira e da forte oscilação cambial, a ID Logistics Brasil registrou em 2015 um crescimento de 20% em relação ao ano anterior. De acordo com Marcos Bagnolesi, diretor comercial da empresa, a operadora deverá ter o startup de cinco operações ainda no primeiro semestre de 2016.

Segundo Eric Hemar, CEO do Grupo ID Logistics, a empresa teve um crescimento sólido em 2015, especialmente, na área de e-commerce. O incremento das atividades no 4º trimestre permitiu ainda, compensar a alta volatilidade das taxas de câmbio com efeitos desfavoráveis no Brasil, Argentina e Rússia. “Continuamos em 2016 com essa forte dinâmica em todos os nossos mercados prioritários, apesar desse ambiente econômico misto em países emergentes”, ressaltou.

Na França, a receita totalizou 138,4 milhões de euros, um aumento de 5,2% a partir do 4º trimestre de 2014. Essa aceleração é explicada pela companhia pela abertura de novas operações em março de 2015, enquanto preços e volumes permaneceram estáveis.

Internacionalmente, a receita foi de 112,1 milhões de euros, um aumento de 8,8% em relação a 2014. Descontado o efeito desfavorável do câmbio no Brasil, Argentina e Rússia, o crescimento orgânico foi de 15,2%. Nas principais economias emergentes onde o grupo atua, o ambiente tornou-se mais difícil no 4º trimestre, com volumes ligeiramente negativos e as incertezas econômicas e políticas que afetam as atividades e projetos de clientes do Grupo. Na Argentina, este contexto adicionado a uma situação local especial levou um dos seus principais clientes a rescindir as atividades no país.

Porém, de acordo com os executivos, o mesmo ambiente também criou novas oportunidades. O Grupo que em 2015 registrou um crescimento orgânico gradual, impulsionado, principalmente, pelo início de novas operações. Em 2016, continua a processar um grande volume de propostas, apesar da demora na tomada de decisão dos clientes em economias cada vez mais contrastantes do mercado europeu e dos países emergentes onde o Grupo atua. “Continuaremos a exercer controle especial sobre os custos de abertura de novos sites. Com a redução substancial da dívida, estudamos cuidadosamente as oportunidades de crescimento externo, que irão acelerar o nosso desenvolvimento na Europa”.

Fonte: Guia Marítimo

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Priorizando oferecer uma Logística Integrada ao cliente, o Grupo Chibatão, junto a Tomiasi Logística Pesada, está investindo na aquisição de frotas novas para movimentação de carga pesada, aumentando em 40% sua capacidade logística a nível nacional. De acordo com o diretor-executivo Geral do Grupo Chibatão, Jhony Fidelis, o objetivo de investir no segmento de Remoção industrial com equipamentos capazes de movimentar de 1 á 1.000 mil toneladas é estratégico, “envolvendo estrutura para realizar a operação do início ao fim, assim envolvendo o Porto, área de armazenagem, transporte e remoção industrial”.

Ainda segundo ele, a Tomiasi investiu aproximadamente R$ 115 milhões nos últimos anos 2 anos, em investimentos voltados a aquisição de novos equipamentos e qualificação da mão-de-obra. “Este segmento a mão-de-obra super qualificada faz a grande diferença, devido ao manuseio de cargas de projetos que levam anos para a sua fabricação, e o cliente somente autoriza a movimentação através da aprovação do plano de movimentação da carga, afim de evitar incidentes que venham ocasionar danos a carga”, explica.

Já visando projetos futuros dentro da sua capacidade de operação no Estado e regiões Sul e Sudeste do País, Fidelis, aponta que apesar da crise econômica que o Brasil vivencia, os investimentos em infraestrutura estão tímidos, mas não parados. “Existem grandes obras em andamento como as hidrelétricas ao longo, linha de metrô e hidrelétrica do Rio Tapajós que ainda está sendo licitada pelo governo”.

De acordo com ele, apesar da crise esse segmento é promissor. “Acreditamos nisso pois o Brasil ainda segue um forte plano de investimento de melhoria da infraestrutura do país, apesar da crise, além da indústria eólica que está em crescimento nos últimos anos”. Com o investimento, o grupo atinge mais de 50% dos R$ 262 milhões anunciados para a melhoria da infraestrutura logística amazonense para o biênio de 2015/2016.

A transação que aconteceu entre os meses de dezembro de 2015 e janeiro de 2016, levou a Tomiasi, no segmento de logística pesada, a ampliar seu número de equipamentos logísticos, como guindastes, reboques e cavalos mecânicos, de 88 para 121 equipamentos voltados a remoção industrial, um aumento de 40% em sua capacidade.

Entre os itens adquiridos pela empresa estão guindaste sobre pneus, esteiras com capacidade de duas a 500 toneladas, carretas modulares, linha de eixo auto propelidas com capacidade de transporte de 1,2 mil toneladas, guindastes pórticos, cavalos mecânicos traçados e acessórios para movimentação de carga pesada.

Além dos equipamentos de transporte, a Tomiasi ainda adquiriu mais de dois mil implementos como materiais de içamento e amarração de cargas. “Assim, o Grupo Chibatão amplia ainda mais sua capacidade logística para atender não só o Polo Industrial e o mercado de Manaus, mas também a nível nacional”, explica.

Para Fidelis, além do ganho da empresa, a logística do Amazonas ganha redução de custo e maior atendimento. “Esse mercado geralmente era atendido por empresas de outros estados, e o cliente acabava arcando com o alto custo de posicionamento de mobilização dos equipamentos para o Amazonas, ou seja, além da redução de custos o Amazonas e o Norte do Brasil conta com uma empresa totalmente equipada para atendimento de qualquer de obra”, apontou.

Fonte: Guia Marítimo
Por: Kamila Donato

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A Infor anuncia que o Grupo Logístico Andreani, empresa de serviços logísticos na Argentina, implementou o Infor SCE (Supply Chain Execution), software completo para gestão da cadeia de suprimentos.

O Grupo precisava contar com uma gestão moderna e flexível dos seus processos logísticos, motivo pelo qual escolheu o software da Infor SCE, que permite melhoria da operação logística através do aumento da produtividade, da profissionalização do trabalho, redução da dependência de mão de obra no armazém, da otimização dos processos logísticos e do suporte de uma solução que acompanha o crescimento do negócio.

"Precisávamos contar com uma solução para gestão de armazéns que fosse moderna e flexível, e que nos permitisse operar com maior eficiência. Incorporamos a tecnologia de acordo com as novas tendências de infraestrutura, mobilidade e conectividade. A expectativa é que essa nova ferramenta nos permita aperfeiçoar todos os nossos processos", afirma Gustavo Echenique, diretor de Tecnologia e Processos do Grupo Andreani.

Essas melhorias levam a uma maior eficiência e visibilidade da operação, e oferecem maior flexibilidade nos processos de picking, melhorando a utilização do espaço, do serviço ao cliente, das práticas de trabalho e da exatidão de estoque.

O Grupo Logístico Andreani validou esse sistema de acordo com a norma GAMP5 (Guia para validação de sistemas automatizados – versão 5), que indica o cumprimento regulatório dos sistemas de informática.

O Infor Supply Chain Execution permite consultar as estatísticas da operação atual e acompanhar cada operação por meio de relatórios, consultas e gráficos. Com relação à administração e gestão de cada operação, é possível indicar ao sistema se essa operação poderá ser rastreada e que tipo de picking será necessário, além de projetar os processos para cada atividade e adaptá-los para diferentes clientes.

Podem ser estabelecidas prioridades para a administração dessas tarefas (por tipo de tarefa, produto ou área, entre outros), permitindo uma melhora substancial em relação ao planejamento das operações e ao controle das tarefas e estoques. A Andreani também conta com o Infor ERP LN e o Infor EAM para a gestão dos seus ativos físicos.

"O Infor SCE ajuda empresas como o Grupo Logístico Andreani a alcançar os mais altos padrões de qualidade e eficiência na gestão do seu negócio, além de investir e contribuir para o crescimento da indústria nacional", afirma Lisandro Sciutto, diretor de produto para a Infor LATAM.

Grupo Logístico Andreani

O Grupo Logístico Andreani é uma empresa de logística. Fundada em 1945 é composta por quatro unidades de negócios na Argentina (Logística, Farmácia, Correio e Desenvolvimento Imobiliário) e uma no Brasil (Logística), todas orientadas à oferta de serviços logísticos integrais, e cada uma delas especializada de acordo com seus alcances, processos e/ou etapas da cadeia de suprimentos. Além disso, o grupo conta com a Fundação Andreani, por meio da qual desenvolve atividades educativas e culturais de maneira solidária em todo o país. 5,5 mil colaboradores trabalham na empresa, cujas instalações têm área total de 748 mil m².

Sua carteira comercial supera os mil clientes, entre os quais Roemmers, Laboratórios Bagó, Banco Hipotecario, YPF, Gillette Argentina, Procter & Gamble, Massalin Particulares, Bayer Argentina S.A, Johnson & Johnson Medical, Nobleza Piccardo, Telecom, Telefónica, Hewlett Packard, Banco Santander, Laboratórios Abbott e Arcor, entre outros. O grupo conta com um parque automotivo com 1,2 mil unidades de transporte, cujo faturamento projetado em 2015 foi de US$ 3 milhões.

Fonte: TI Inside

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No universo dos negócios, a competitividade do ambiente corporativo tecnológico e globalizado fez com que as empresas travassem uma batalha para alcançar a inovação. Buscar um diferencial é sinônimo de garantia para permanecer “vivo” e alcançar os resultados esperados. Na área da logística, quais são os caminhos para o sucesso? Ouso em deixar algumas dicas:

1. Faça um excelente planejamento logístico: não adianta ter uma infraestrutura adequada, bem como o suporte das diversas áreas na empresa (financeiro, marketing, produção, entre outras), se não existe um planejamento efetivo, a curto, médio e longo prazo. A elaboração de um plano é que dá suporte a toda cadeia de suprimentos e torna eficientes os processos para satisfazer o cliente final.

2. Elimine os desperdícios, aperfeiçoe processos: um dos grandes desafios para gestão logística é o alinhamento dos processos internos e seus aperfeiçoamentos. Dessa forma, é possível evitar desperdícios de recursos e excesso de burocracia. Lembre-se que um dos motivos para o descontentamento do cliente é a morosidade no atendimento de suas solicitações, o que pode causar impactos negativos às atividades que se integram à logística, como o marketing, comercial e produção.

3. Utilize as ferramentas tecnológicas como aliadas: a utilização de ferramentas tecnológicas otimizam tempo e recursos, além de reduzir custos operacionais, o que impacta de forma positiva nos resultados da empresa, e isso pode ser repassados como ônus aos clientes.

4. Pratique a multicanalidade dos serviços logísticos: a logística não é apenas armazenagem e transporte de mercadorias. Esta área funciona para as empresas como o cérebro é para o corpo humano, pois o mesmo organiza informações que aperfeiçoam os processos produtivos e, sobretudo administrativos. Oferecer ao cliente um mix de serviços logísticos permite atender todas as suas necessidades, no que diz respeito à cadeia de suprimentos.

5. Associe a logística às práticas de responsabilidade social e ambiental: temos a logística reversa como forte estratégia para impulsionar o relacionamento da empresa com a sociedade. Além disso, as práticas de reversa ajudam na reciclagem de recursos e podem reduzir custos produtivos. Em época de forte consciência social, ambiental e política, os clientes optam em estabelecer relações de consumo com empresas que possuem em sua cultura a responsabilidade social.

6. Avalie e monitore os resultados alcançados: a gestão de uma empresa é sistemática, ou seja, os insumos que alimentaram a cadeia produtiva, uma vez processados necessitam de uma avaliação constante dos seus resultados, ou seja, ao planejar e implementar ações, a análise dos processos se torna fundamental para retroalimentar outros trabalhos. Lembre-se: autoconhecimento e estudo de acertos e erros, bem como dos efeitos, é condição para garantir que o ciclo se renove de maneira sustentável.

A partir das 6 dicas acima, vale ressaltar que a principal competências a ser adquirida pela gestão da logística é o poder de criar, inovar e reinventar. O SUCESSO, tão almejados por todos, resulta no DIFERENCIAL competitivo. Nunca esqueça: observe sempre o cotidiano em sua volta e não perca oportunidades.

Fonte: Exame por Arnaldo Vhieira

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