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Exibir por tag: Cargas - SAC Armazenagem & Modais

O anúncio da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) de que em 2017 o setor voltaria a crescer no país, registrando um aumento de 7,2% nas exportações e de 5,2% nas importações, sobre 2016, agitou o mercado brasileiro de transporte de cargas. Especialistas e grandes players do segmento reforçam as expectativas de retomada do setor e acreditam em um cenário positivo para este ano, mas alertam que ainda há muito a ser feito.

 

O Porto de Santos, por exemplo, o maior da América Latina, deve atingir uma movimentação recorde em 2017, em torno de 120,596 milhões de toneladas, superando o ano de 2015, o maior resultado até então, com 119,9 milhões. Esse resultado, se confirmado, implicará ainda em alta de 6,3% em relação ao previsto para 2016, de 113,475 milhões.

 

Para as exportações espera-se um crescimento de 8,2% (89 milhões de toneladas) e para as importações de 1,3% (31,596 milhões). “Entre as cargas mais transportadas os sólidos a granel devem apresentar desempenho 12,1% acima do verificado no ano anterior (60,698 milhões de toneladas), os líquidos a granel de 1,2% (15,882 milhões) e as cargas gerais de 0,9% (44,015 milhões)”, segundo José Alex Oliva, diretor-presidente da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), responsável pela administração do Porto e que estará na Intermodal South America, entre 4 e 6 de abril, em São Paulo (SP).

 

“É muito possível que as exportações, de forma geral, cresçam em 2017 com relação a 2016, sobretudo no setor de commodities, uma vez que há um excedente de produção de soja do ano passado que migrará para este, além de uma produção agrícola mais favorável também”, analisa o diretor comercial da Allink no Brasil, empresa especializada no transporte de cargas consolidadas (marítimas e aéreas), André Gobersztejn. Ele acredita que o maior volume do setor de transportes virá, principalmente, por conta das exportações das commodities agrícolas.

 

Contrapartida – No entanto, Gobersztejn alerta que nem todos os segmentos conseguirão acompanhar essa evolução com a mesma facilidade. “A exportação de manufaturados, entretanto, tende a seguir em queda, pois muitos fatores podem influenciar neste movimento: um possível protecionismo norte-americano com o novo comando da Casa Branca, a valorização do dólar frente ao euro e, sobretudo, a contínua variação de nossa própria moeda frente ao dólar. Estabelecendo-se a moeda americana por volta de US$ 3,20 a US$ 3,50 e havendo maior facilidade na obtenção de créditos, acreditamos que os manufaturados possam voltar a apresentar acréscimo em suas exportações apenas em meados ou final de 2017”, ressalta o executivo da Allink, que também será uma das expositoras na Intermodal.

 

Quem também acredita que, mesmo em um cenário melhor que no ano anterior, o setor de transporte de cargas ainda enfrentará algumas dificuldades é o presidente da Federação Nacional dos Operadores Portuários (FENOP), Sérgio Aquino. “Dois fatores devem influenciar diretamente as movimentações portuárias, especificamente: a revisão do novo marco regulatório dos portos e a provável prorrogação dos contratos de arrendamentos. São pontos que influenciam a atividade, pois permitem mais estabilidade e segurança jurídica ao segmento empresarial, tendo em vista que é um setor que exige investimentos intensivos, além de incentivarem a continuidade da modernização do segmento”, observa.

 

“Mas essa não é a salvação, o poder público continua sendo devedor das soluções para os acessos, aquaviários ou terrestres, que são de sua responsabilidade. Além disso, seus intervenientes que atuam no comércio exterior precisam se harmonizar e se modernizar”, completa o presidente da FENOP, uma das entidades apoiadoras da Intermodal neste ano.

 

Players – Além da Allink, a Intermodal South America 2017 reúne mais de 20 agentes de carga, freight forwarders e NVOCC’s, que discutirão não somente o aumento no volume de cargas transportado mas também todos os assuntos que norteiam esta indústria, expondo ainda suas mais recentes soluções aos profissionais presentes. Empresas como a AEL Berkman, Blu Logistics, Craft Group, Delfin Group, MSL do Brasil, Panalpina e Worldwide Logistics também estão confirmadas.

 

O evento recebe também, além do Porto de Santos, outros 30 complexos portuários nacionais e internacionais, que debaterão o mercado aquaviário em todos os seus aspectos. Companhia Docas do Ceará, Companhia Docas do Rio de Janeiro, Complexo Portuário de Suape, Porto de Bremerhaven (Alemanha), Porto de Buenos Aires (Argentina), Porto de Ferrol (Espanha), Porto de Leixões (Portugal), Porto de Rotterdam (Holanda), Porto de São Francisco do Sul e Porto de Vitória são alguns dos que marcarão presença na feira.

 

Fonte: Portos e Navios

Categoria Comércio Exterior

A movimentação de cargas no Porto de Santos caiu 5,1% no ano passado, totalizando 113,815 milhões de toneladas. O resultado foi motivado pela diminuição nas exportações, principalmente as de milho, reduzidas pela metade (-49,7%).

 

Apesar disso, o total obtido em 2016 foi o terceiro melhor na história do complexo portuário, perdendo apenas para 2015 (119,93 milhões de toneladas) e 2013 (114,1 milhões de toneladas).

 

Os dados integram o relatório final das operações do Porto no ano passado, divulgado ontem pela Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), a Autoridade Portuária de Santos.

 

No início deste mês, a Codesp chegou a divulgar uma projeção para o fechamento do último exercício, estimando um total de 113,4 milhões de toneladas – em relação ao número anunciado ontem, uma diferença de 400 mil toneladas (equivalente ao peso de 19 contêineres de 20 pés cheios) . No começo do ano passado, a expectativa da Docas era bem mais otimista. O valor calculado chegava a 119,6 milhões de toneladas.

 

Diante dos números oficiais de 2016, o diretor-presidente da Codesp, José Alex Oliva, afirmou que “esse volume, apesar de representar uma redução na comparação com o apurado em 2015, devido, principalmente, à expressiva queda nos embarques de milho, foi concretizado num cenário econômico global adverso, mostrando o bom desempenho do Porto de Santos, inclusive, em situações adversas”.

 

O diretor de Relações com o Mercado e Comunidade, Cleveland Lofrano, apontou outro fator para esse resultado – a diminuição nas operações com cargas conteinerizadas, afetadas por fatores conjunturais, como a valorização do Real, que afetou a competitividade das exportações brasileiras de maior valor agregado, em um cenário global de demanda ainda reprimida.

 

De acordo com o relatório da Docas, as exportações somaram 81,42 milhões de toneladas, 7% abaixo do contabilizado no ano passado (87,56 milhões de toneladas). As importações atingiram 32,39 milhões de toneladas, 0,1% acima das descargas verificadas em 2015 (32,366 milhões de toneladas).

 

As commodities agrícolas continuaram a se destacar no complexo marítimo. Os embarques de açúcar somaram 20,25 milhões de toneladas, 11,4% a mais do que no ano passado, enquanto os do complexo soja chegaram a 19,12 milhões de toneladas, com uma alta de 7,6%. “Os embarques de açúcar e soja em grãos contribuíram para amenizar a queda na movimentação, favorecidos por uma boa safra e preços internacionais em recuperação”, comentou Lofrano.

 

Apesar da queda, 2016 foi o terceiro melhor ano em movimentações, perdendo para 2013 e 2015

Na importação, o adubo liderou as operações, com 3,54 milhões de toneladas descarregadas, 47,4% a mais do que no ano anterior.

 

A carga conteinerizada somou 3,56 milhões de TEU (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés), 5,7% abaixo do total verificado no ano passado (3,779 milhões de TEU). Em tonelagem, a queda foi menor, de 1,9%, totalizando 40,42 milhões de toneladas.

 

Durante o ano, o Porto de Santos teve 4.723 atracações, 8,2% menos do que as 5.144 escalas de 2015.

 

Crises e clima explicam queda

 

A queda de 5,1% na movimentação de cargas do Porto de Santos no ano passado é reflexo de três fatores. Além da recessão econômica e da crise política, especialistas no setor apontam ainda questões climáticas como causas da redução das operações no cais santista.

 

Para o consultor portuário Fabrízio Pierdomênico, o Porto de Santos é muito sensível às variações econômicas, principalmente no caso das movimentações de contêineres. O que agrava mais ainda a situação é o fato das caixas metálicas terem um peso muito grande nas operações locais.

 

No ano passado, o movimento de cargas conteinerizadas somou 3,5 milhões de TEU (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) e ficou 5,7% abaixo do total verificado no ano anterior, 3,7 milhões de TEU,

 

“Vejo duas vertentes. A primeira tem uma relação direta com a recessão econômica, a desaceleração da economia, com a queda do PIB (Produto Interno Bruto). Tudo isso acaba afetando, em especial, as cargas de valor agregado. Neste caso, estamos falando de con-têineres”, disse Pierdomênico.

 

Na visão do consultor portuário Marcos Vendramini, a questão está diretamente ligada à economia, com a redução do poder aquisitivo do brasileiro, que está associada às importações. Além disso, as incertezas políticas afetaram o desempenho do Brasil no mercado internacional. “2016 não foi ruim. Foi terrível. A gente está torcendo para que este ano seja apenas ruim e bem diferente do ano passado. Se o governo sinalizar bem na parte de concessões e infraestrutura, continuando a queda de juros, nós podemos começar a retomar (o crescimento da economia) lá pelo final do ano”, afirmou Vendramini.

 

Segundo o presidente da Federação Nacional dos Operadores Portuários (Fenop), Sérgio Aquino, a redução das operações com contêineres produz um efeito cascata que também prejudica os serviços relacionados. Entre eles, estão o desempenho dos terminais retroportuários e o desembaraço de mercadorias. “A economia da região vem sofrendo em função dessa queda”, disse.

 

De acordo com Aquino, em relação à queda na movimentação de granéis sólidos de origem vegetal, é preciso analisar os dados dos anos anteriores. Isto porque as operações de grãos cresceram quando o milho passou a se destacar na safrinha –período após a colheita de soja, em que os produtores aproveitam a terra para uma nova plantação.

 

“No passado, se fez alarde sobre os recordes de movimentação de grãos, influenciados pela safra de milho. No entanto, foi um fato atípico, que precisa ser visto desta forma. O foco tem que ser o complexo soja”, destacou Aquino.

 

Fonte: Poros e Navios

Categoria Notícias

O Porto Itapoá (SC) passou a oferecer aos importadores e exportadores que utilizam seus serviços a pesagem das cargas diretamente no guindaste empregado na movimentação dos contêineres dentro do pátio do terminal.

O trabalho de implantação da novidade durou cerca de seis meses e a utilização do recurso foi agora autorizada pela Receita Federal. De acordo com o próprio porto, a iniciativa é pioneira dentre os terminais marítimos da Região Sul do Brasil.

A pesagem das cargas é realizada, usualmente, nos gates dos terminais, mas a aplicação do sistema diretamente nos RTGs (sigla em inglês para rubber tyre gantry crane) deve proporcionar mais agilidade nos processos de entrada e saída de caminhões no porto, reduzindo o tempo de permanência dos veículos dentro do complexo.

“A inovação é a principal alternativa das companhias quando é preciso criar diferenciais competitivos para os clientes”, destaca o presidente do Porto Itapoá, Patrício Junior. “Queremos ser reconhecidos não apenas pelo volume, mas por fazer parte das empresas que se inspiram diariamente para oferecer ao mercado as melhores vantagens no setor portuário, investindo em tecnologia, desenvolvimento de pessoas e crescimento sustentável das operações”, diz.

Quando cita o volume movimentado em Itapoá, o executivo refere-se à marca de 1 milhão de contêineres atingida pelo porto no mês de julho, apenas quatro anos depois do início de suas operações, em meados de 2011.

Fonte: Revista Tecnologística

Categoria Notícias

O Porto de Santos registrou, em julho último, o segundo maior movimento para esse mês, atingindo 10.081.424 t, ficando abaixo (3,7%), apenas, do resultado obtido em julho do ano passado, quando foram movimentadas 10.469.5552 t.

O destaque no mês e no acumulado do ano ficou com a carga conteinerizada, que apresentou o segundo melhor desempenho mensal de sua história, com a movimentação de 326.614 teu, ficando abaixo, somente, do resultado obtido em novembro do ano passado (327.359 teu). O volume acumulado no ano (2.047.823 teu) registra, também, o melhor desempenho de cargas conteinerizadas no período, com crescimento de 8,5% em comparação ao mesmo período do ano passado (1.888.180 teu).

O desempenho da carga conteinerizada no Porto de Santos já vem se destacando há alguns anos, atingindo, em 2013, um crescimento de 8,8%. O índice é o maior do Brasil no ano e superior a média mundial (4,8%), conforme a consultoria marítima Drewry Maritime Research. Como comparação, o maior porto do mundo em operação de contêineres, Xangai (China), obteve crescimento de 3,3% em relação a 2012 (Lloyds). No Brasil, registraram crescimento os portos organizados de Salvador (8,7%) Itaguaí (6,9%), Itajaí (4,4%), Rio Grande (2,4%) e Suape (0,6%). Paranaguá, Rio de Janeiro e Vitória apresentaram uma redução em suas movimentações, em teu, de 1,8%, 18,3% e 30,6%, respectivamente. Santos respondeu por 47% da movimentação total do país, em teu, seguido pelos portos de Paranaguá (11,0%), Rio Grande (9,0%), Itajaí e Suape, com 6,0% cada um.

As exportações e importações apresentaram queda no mês de julho de, respectivamente, 2,0% e 7,5%. Os embarques registraram diminuição por conta, principalmente, da redução na movimentação de açúcar (12,1%), álcool (61,4%) e milho (24,0%). A queda nas descargas de adubo (40,9%), minério de ferro (72,1%) e gás liquefeito de petróleo (31,9%) foram determinantes para a redução nas importações.

O número de navios atracados, tanto no mês quanto no acumulado do ano, se manteve em discreta redução (respectivamente, 2,5% e 2,1%), em função da vinda para Santos de navios de maior porte, tendo em vista o aumento dos calados operacionais no canal de navegação.

Acumulado - No total acumulado do período, o desempenho das importações (19.174.768 t) ainda manteve resultado positivo (+ 0,33%) em relação ao mesmo período do ano passado (19.114.736 t). Dentre as cargas importadas destacam-se o gás liquefeito de petróleo, com aumento de 332,7%, e a nafta, com 93,33%. Na importação o adubo foi o produto mais descarregado no Porto, com 1.638.113 t.

No fluxo de exportação, o complexo soja se destaca com o maior volume movimentado, acumulando 14.737.560 t e ficando 7,8% acima do registrado no mesmo período do ano passado (13.665.233 t). O complexo soja respondeu por 23,4% do movimento geral do porto no período. O café em grãos também registra desempenho positivo, com aumento de 26,2% no acumulado do ano (769.017 t). Já o açúcar, segundo maior movimento nesse fluxo, acumula 8.960.211 t escoadas, menos 14,3% do efetivado nesse período do ano passado.

Balança Comercial - Os dados apurados da Balança Comercial apontam o valor total de US$ 68,0 bilhões das cargas operadas em Santos até julho, refletindo participação de 25,3% na movimentação das trocas comerciais brasileiras (US$ 268,9 bilhões). As exportações somaram US$ 33,8 bilhões (25,1%) e as importações US$ 34,2 bilhões (25,4%).

Fonte: Portos e Navios

Categoria Notícias

O Porto de Santos fechou o ano passado com a movimentação recorde de 114 milhões de toneladas de cargas. O volume representa um aumento de 9,1% em relação ao total de 2012, quando 104,5 milhões de toneladas de mercadorias foram embarcadas ou desembarcadas no complexo santista. A quantidade de cargas operadas em 2013 foi 4,5% superior à expectativa inicial para o ano da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), a Autoridade Portuária de Santos, que era de 109 milhões de toneladas.

Os dados integram o balanço anual da Porto, elaborado pela Codesp e divulgado na manhã da última sexta-feira.

Conforme o levantamento da Docas, as exportações cresceram 10,5% e atingiram 79,4 milhões de toneladas. Já as importações aumentaram 2% e chegaram a 34,5milhões de toneladas.

Os destaques do ano foram os embarques de açúcar, com mais de 19 milhões de toneladas e crescimento de 15% em relação ao ano anterior. O complexo soja (grãos e farelos) somou 15,8 milhões de toneladas, um crescimento de quase 16%, e o milho registrou o embarque de 11,1 milhões de toneladas, um aumento próximo a 11%.

Gasolina, óleo diesel e gasóleo também tiveram desempenhos marcantes nas exportações. A primeira registrou um aumento de 25,6% nos embarques, chegando a 1,3 milhão de toneladas. Já a combinação de óleo diesel e gasóleo teve aumento de 10% nos embarques e alcançou a marca de 2 milhões de toneladas.

Em 2013, entre as cargas importadas, o adubo registrou o maior volume, com o desembarque de 3,6 milhões de toneladas, um aumento de 5% em relação ao ano anterior. O enxofre apresentou a mesma tendência, com um crescimento de 5,8% e 2 milhões de toneladas operadas.

Na corrente de importação, o maior crescimento foi o do gás liquefeito de petróleo (GLP), 31,5%. O produto somou 844.862 toneladas. Já o trigo registrou um aumento de 23,9% em relação aos desembarques de 2012 e chegou a 1,5 milhão de toneladas.

A Tribuna

De acordo com o balanço anual, o movimento de contêineres no Porto aumentou 8,7% e saltou de 3,1 milhões de TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés), em 2012, para 3,4 milhões de TEUs no ano passado. O volume correspondente a 36 milhões de toneladas.

Um total de 5.251 navios atracaram em Santos durante o ano passado. A quantidade é 6% menor do que a registrada em 2012, quando 5.595 embarcações operaram no maior complexo marítimo do País.

Esses números indicam uma consignação média de 22,8 mil toneladas por navio, um aumento de 15,5% em relação ao ano anterior, quando cada embarcação transportou, em média, 19.698 de toneladas. Já entre as cargas conteinerizadas, a média de carregamento é de 1.489 TEUs por navio, crescimento de 21% sobre 2012, quando uma média de 1.229 TEUs foi transportada por navio.

Balança Comercial

Segundo os dados apurados pela Companhia Docas, o valor das cargas movimentadas em Santos, no ano passado, chegou a US$ 122,5 bilhões, o equivalente a 25,4% da balança comercial brasileira, que somou US$ 481,8 bilhões. Com pequena margem, as exportações, que somaram US$ 61,3 bilhões, superaram as importações, que contabilizaram US$ 61,1 bilhões.

A China foi o país que mais comprou produtos escoados pelo Porto de Santos. Foram US$ 8,7 bilhões. Os Estados Unidos surgem na segunda posição, com a compra de US$ 5,9 bilhões em mercadorias. Já a Argentina aparece em terceiro lugar com US$ 4,1 bilhões em mercadorias adquiridas.

Uma das cargas de maior destaque nas exportações santistas, a soja foi embarcada principalmente para a China, a Tailândia e a Holanda. O açúcar teve China, Bangladesh e Indonésia como destino, enquanto o café foi vendido especialmente para Alemanha, Estados Unidos e Japão.

A principal origem das importações desembarcadas no complexo marítimo é a China. O valor das cargas vindas do país asiático foi de US$ 10,5 bilhões. Aquelas trazidas dos Estados Unidos somaram US$ 9 bilhões e as da Alemanha, US$ 5,9 bilhões.

Categoria Comércio Exterior

Até o fim do ano, secretário de Infraestrutura prevê ordem de início para 20 obras de asfaltamento em acessos municipais em todo o Estado

 

O secretário estadual de Infraestrutura e Logística, João Victor Domingues, garante que o ano de 2014 será de realizações na área. Entre os projetos, destaque para a licitação da Estação Rodoviária de Porto Alegre. Segundo ele, o edital deve ser publicado até o primeiro trimestre do próximo ano. Em maio, a revitalização do local foi cancelada – assim como outras obras que não ficarão prontas até a Copa do Mundo.

“Vamos fazer uma licitação para um projeto mais simples, por cinco anos. E, nesse período, nos dois primeiros anos, vamos fazer uma Proposta de Manifestação de Interesse (PMI) para termos menos problemas e para que possamos construir um projeto mais interessante para o futuro”, afirmou Domingues. Inúmeros obstáculos, como propostas inadequadas no projeto básico para a modernização e estudos técnicos de viabilidade econômica e ambiental incompletos, atrapalharam o concurso realizado no início do ano que previa concessão para administrar o espaço por duas décadas.

Até o fim do ano, a Secretaria de Infraestrutura e Logística (Seinfra) deve iniciar 20 obras de asfaltamento em acessos municipais. “Temos 73 municípios sem acesso. O plano prevê 104 ligações regionais. Já inauguramos 12 acessos e temos mais nove para inaugurar; 24 estão em andamento e mais 20 devem começar”, diz.

O Plano de Obras Viárias inclui acessos municipais, duplicações, ligações regionais e conservação das estradas estaduais. “No próximo ano, vamos agilizar os trabalhos nas estradas, conforme o plano de emergência decretado em 17 de outubro pelo governador Tarso Genro.” O plano prevê um investimento de R$ 769 milhões até o fim de 2014  na execução de acessos municipais.

 

Fonte: Jornal do Comércio

 

 

As 12 obras consideradas prioritárias pelo Projeto Centro-Oeste Competitivo – divulgado na semana passada – para evitar o colapso no sistema de logística e transportes de cargas em Mato Grosso do Sul no ano de 2020 despertam baixo interesse dos investidores e metade delas ainda está “na gaveta” do Governo Federal, segundo matéria publicada na edição de hoje (3) do jornal Correio do Estado.

 

Para reverter este quadro, o governador André Puccineli (PMDB/MS) já fez, nos últimos anos, reuniões com empresários, ministros e até com a presidente Dilma Rousseff para enfatizar que algumas obras serão primordiais para garantir o crescimento do Estado e evitar este colapso.

 

Na última semana, o governador voltou a reforçar que a saída de cargas do Estado pelo Pacífico reduz o valor do frete e cria um novo eixo de comércio. “O frete rodoviário é quatro vezes mais custoso que o frete hidroviário, duas vezes mais custoso que o ferroviário.

 

Portanto, as ferrovias elencadas para a região Centro-Oeste como a Norte-Sul, chamada de EF-Pantanal, e as que chegariam até os Portos no médio Chile e do Norte do Chile são alternativas para a nossa região”, afirmou Puccinelli, na divulgação do Projeto Centro-Oeste, em Brasília.

 

Fonte: Correio do Estado

 

 

No ano passado, quando o PIB cresceu cerca de 1%, o transporte de carga aérea encolheu, mas a americana UPS, uma das maiores empresas de transporte aéreo de cargas e logística do mundo, continuou crescendo - a uma taxa anual de 30% desde que chegou ao país, há seis anos. E em 2013, há potencial para o seu faturamento crescer dois dígitos, diz a sua presidente no Brasil, Nadir Moreno.

Como parte da meta para alcançar esse resultado, a empresa anuncia hoje um novo produto no país. "Nossa estratégia é continuar crescendo no Brasil, que tem demonstrado ser um país de oportunidade, um país estável. De certa forma, provou que, mesmo com a crise, tem se posicionado de uma maneira muito mais estável que países da Europa e dos Estados Unidos", afirma a presidente da UPS no Brasil, Nadir Moreno. A empresa americana não divulga resultados por países, só os divide em mercado internacional e Estados Unidos.

Fonte: Conexão Marítima

Categoria Notícias
O Porto de Xangai, na China, divulgou leve melhoras nos resultados referentes ao balanço de 2012, quanto ao rendimento e à receita líquida de suas operações totais no ano. O volume no terminal mais movimentado do mundo subiu 2,5%, chegando a 32.5 milhões de TEU, mas as cargas se equivaleram ao índice de 2011, com 502 milhões de toneladas movimentadas.
"A companhia fez esforços intensos para superar as adversidades da economia global e sua desaceleração, alcançando a meta anual de operações, mantendo a evolução estável em uma análise qualitativa dos serviços e saldo financeiro", esclareceu a nota oficial.
Alguns analistas minimizam a estimativa de crescimento, de 6%, para 1% no primeiro semestre de 2012, devido à fraca demanda externa, especialmente por parte da Europa.
A companhia chinesa viu os lucros encorparem 4,2% e alcançando US$ 773 milhões, em número levantados na segunda parte do ano, com as receitas subindo 32% em relação ao semestre anterior.
Dados esses que são atribuídos à nova política de taxas indexadas, somadas aos crescimentos naturais. O governo chinês iniciou uma reforma tributária em 2012, ampliando o alcance das taxas e abolindo-as em outros setores, como transporte e logística industrial, para evitar a taxação dupla.
O Porto de Xangai é 41% de posse do governo, com 24% pertencentes ao China Merchants Group, sediado em Hong Kong.

Categoria Comércio Exterior
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