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Comércio Exterior - SAC Armazenagem & Modais
As barreiras comerciais praticadas contra os produtos brasileiros no comércio internacional já chegam a 70, segundo um novo levantamento realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O mapeamento da entidade sobre as barreiras comerciais começou a ser realizado em maio de 2018 e é atualizado de forma periódica pela CNI em parceria com associações e federações industriais. Nessa última atualização, a CNI encontrou 17 novas barreiras, sendo 10 impostas pelo governo da China. As demais foram criadas por Argentina, México, Índia, Arábia Saudita e União Europeia. "Esse instrumento tem de ser usado no momento das negociações bilaterais para colocar os problemas que o Brasil está enfrentando no comércio internacional", afirma o diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Eduardo Abijaodi.A maior parte das novas barreiras envolve a adoção de subsídios pelo governo chinês, mas também foram identificados adoção de impostos de importação e barreiras fitossanitárias por outros países. Veja as…
Em contraste com a série de notícias negativas que a economia brasileira vem colecionando, a balança comercial de abril surpreendeu positivamente com um saldo de US$ 6,7 bilhões. O resultado superou em US$ 600 milhões até US$ 800 milhões as expectativas do mercado, que estava pessimista com o primeiro mês impactado integralmente pelo efeito da pandemia do coronavírus na economia. Tanto exportações quanto importações caíram. O saldo de abril é resultado de exportações que somaram US$ 18,3 bilhões. Mas as importações caíram mais, 12,3%, e totalizaram US$ 11,6 bilhões. No balanço final, foi o segundo maior resultado para o mês da série histórica, somente superado por abril de 2017. De janeiro a abril, o saldo acumulado pela balança comercial está em US$ 12,264 bilhões, com queda de 16,4% sobre os US$ 14,7 bilhões do mesmo período de 2019. Esse foi o pior resultado para os quatro primeiros meses de um…
Parabéns ao profissional que há mais de um século contribui para o desenvolvimento do comércio exterior brasileiro.
A crise global provocada pelo avanço do coronavírus já tem repercussões nas contas externas e deve acelerar a quebra de um paradigma na balança comercial, segundo a avaliação de integrantes da equipe econômica. Dependendo da amplitude e da duração que tiver a pandemia, a Ásia poderá romper uma barreira simbólica e transformar-se em destino de metade das exportações brasileiras ainda em 2020.   Até o fim de março, no acumulado deste ano, os mercados asiáticos como um todo já representavam 44,5% das vendas do Brasil ao exterior. Devem fechar o mês de abril acima de 45%. E, por causa do perfil exportador, a tendência é de aumento da participação.   “Numa crise como essa, as pessoas compram menos chapéu de feltro, bolas de tênis, tesouras de jardinagem e bombas de motor para piscina”, afirma um auxiliar do ministro Paulo Guedes. “Mas elas continuam comprando alimentos, proteínas, itens básicos.”   Soja,…
O total exportado pelo Rio de Janeiro em 2018 já superou as exportações anuais do estado dos últimos cinco anos. De janeiro a outubro, as vendas externas aumentaram 36% (US$ 25,5 bilhões) e as importações, 115% (US$ 19,8 bilhões), como mostra o boletim Firjan Rio Exporta de novembro, produzido pela Firjan. Com isso, o estado fluminense registrou um saldo comercial positivo de US$ 5,7 bilhões, garantindo uma corrente de comércio (soma das exportações e das importações) 62% maior do que no mesmo período de 2017. O resultado consolida o Rio como o segundo player entre os estados brasileiros com maior fluxo internacional, com uma participação de 13% no comércio exterior do país, atrás apenas de São Paulo. “O avanço das exportações no acumulado anual não está apenas baseado nas vendas externas de produtos básicos, sobretudo de petróleo, mas também devido ao aumento de 29% das exportações de bens industrializados”, destacou…
O governo brasileiro estima que 2018 terminará com as exportações em um patamar elevado e entre os resultados mais expressivos nos últimos 30 anos, desafiando a onda protecionista no mundo. Para a Secretaria de Comércio Exterior, um dos cenários mais provável é de que o resultado do ano esteja perto de US$ 240 bilhões, uma expansão de cerca de 10% em comparação a 2017. Exportação Balança comercial brasileira registrou superávit comercial de US$ 441 milhões na quarta semana de agosto Foto: WERTHER SANTANA / ESTADÃO Até hoje, o governo registrou taxas acima de US$ 240 bilhões em três anos. Isso ocorreu em 2013, 2012 e 2011, quando o recorde foi atingido com vendas de US$ 255 bilhões e no auge do boom dos preços agrícolas. No ano passado, as exportações tinham somado US$ 217 bilhões e a previsão é de que a expansão fique em cerca de 10% para 2018.…
O Panamá está considerando construir em conjunto com a China uma linha de trem de passageiros até a Costa Rica, um projeto que exigirá um investimento inicial de 5 bilhões de dólares, disse o presidente do Panamá à Reuters, em um sinal de que o interesse do país asiático na América Latina está aumentando. O presidente Juan Carlos Varela disse que o Panamá está promovendo investimentos em infraestrutura no geral e também licitará uma terceira linha de metrô, com expectativa de que serão necessários 4 bilhões de dólares em investimentos. A China tem se envolvido mais na América Latina, com os Estados Unidos, sob o governo do presidente Donald Trump, adotando uma abordagem mais protecionista em relação ao comércio. "Estamos fazendo com a China um estudo de viabilidade de uma ferrovia de 450 quilômetros entre o Panamá e a fronteira com a Costa Rica", disse Varela, nos intervalo da Cúpula…
As rodadas de partilha marcaram, na última sexta-feira, a entrada de quatro petroleiras globais no pré-sal brasileiro - Exxon, BP, Qatar Petroleum e CNODC - e a presença de 12 companhias diferentes na competição que rendeu R$ 6,15 bilhões ao governo. A diversificação de empresas, contudo, não se traduziu em estreias na operação e todas as áreas arrematadas ficaram nas mãos das três principais operadoras do país: Petrobras, Shell e Statoil. Considerado um sucesso no mercado, o leilão mostrou ainda que as empresas não têm grandes problemas de trabalhar com o regime de partilha, que pode ser extinto se vingar a ideia manifestada pelo presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM/RJ). Com direito de preferência exercido em três áreas, a Petrobras foi a protagonista das rodadas: arrematou metade dos blocos negociados nos leilões e desembolsará R$ 1,14 bilhão em bônus. O presidente da estatal, Pedro Parente, classificou como "bem…
A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) recomendou condenar a Associação Brasileira das Empresas de Transporte Internacional (Abreti), assim como sete de suas empresas associadas e oito pessoas físicas, sob acusação de cartel no setor de agenciamento de fretes aéreos e marítimos. "As evidências revelaram que as empresas, por intermédio da associação ou por conversas entre seus executivos, combinaram o repasse simultâneo aos clientes, com consequências diretas nos preços de taxas referentes ao transporte de cargas", disse o Cade em nota nesta segunda-feira. "Elas também ajustaram a participação em pelo menos uma licitação da Petrobras e agiram para constranger a VarigLog, quando a empresa tentou atuar diretamente junto aos clientes sem a intermediação dos agenciadores." O processo, que tramita desde 2010, após operações de busca e apreensão em três empresas e na Abreti, segue para o tribunal do Cade. Se condenadas, as empresas podem receber multa de até…
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