Portuguese Chinese (Simplified) English French German Italian Japanese Russian Spanish
Sac Armazenagem - SAC Armazenagem & Modais
Sac Armazenagem

Sac Armazenagem

Hi my name is Bob Urichuck and I have been the SEO Director on Business Financial Inc. More than 5000 employees support BF Inc outsourcing business, delivering a seamless customer service experience to our client.

Website URL: http://www.gavick.com
Quarta, 23 Outubro 2013 15:48

Calculo de Armazenagem - Terminais

calculo-chibatao  calculo-super-terminais  calculo-sepetibatecon-ba  calculo-terminal-vila-velha  calculo-tcp  calculo-libra  calculo-multirio  calculo-sepetibatecon  calculo-tecon-rio-grande  calculo apm terminals sc  calculo-porto-itapoa  calculo-porto-btp  calculo-porto-ecoporto  calculo-porto-embraport  calculo-porto-librasantos  calculo-porto-santosbrasil

Especialistas do escritório do ex-diretor da ANTAQ debatem repercussão da medida sobre os negócios existentes e perspectivas para novos investimentos no setor

 
O Trench Rossi e Watanabe, uma das maiores bancas de advocacia do país, reúne profissionais dos segmentos de Infraestrutura, Logística e Portos na próxima quarta-feira, dia 3 de julho, para o evento A Nova Lei dos Portos: seus impactos sobre os negócios, oportunidades de investimento e principais questões jurídicas envolvidas. Na ocasião, Carlos Alberto Wanderley Nóbrega (sócio da DUX Consultoria em Transportes e Ex-Diretor Geral da ANTAQ), Heloisa Uelze e Bruno Duarte (sócia e associado, respectivamente, da área de Direito Público, Relações com o Governo e Direito Regulatório de Trench, Rossi e Watanabe Advogados) apresentam as implicações jurídicas e de mercado do Decreto nº 8.033, de 27.6.2013, que regulamenta a Lei no 12.815/13 (conhecida como Lei dos Portos), que têm como objetivo modernizar o setor portuário e impulsionar os investimentos da iniciativa privada.
 
Voltado a executivos e diretores jurídicos de empresas do segmento, o evento tem como objetivo elucidar as principais dúvidas e apresentar as oportunidades de negócios no novo cenário do segmento, após a publicação do decreto que regulamenta a lei na quinta-feira, dia 27. Vale considerar que, à partir do novo marco regulatório, o governo espera atrair já neste ano R$ 27 bilhões em investimentos para o setor, identificado como um dos maiores gargalos logísticos do país. A estimativa de investimentos se baseia nos pedidos de autorização para instalação de novas áreas portuárias que já chegaram à Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), e das 52 áreas em portos públicos em Santos e no Pará que o governo pretende licitar ainda este ano 
 
Os palestrantes: 
 
Carlos Alberto Wanderley Nóbrega é sócio da DUX Consultoria em Transportes e Ex-Diretor Geral da ANTAQ. Engenheiro Civil formado pela Escola de Engenharia da UERJ e pós-graduado em Planejamento de Transportes – COPPE / UFRJ. Ex-Presidente da Comissão Coordenadora de Implantação e Desenvolvimento do Transporte Intermodal (CIDETI) e da Presidente da Comissão Nacional de Facilitação do Comércio Exterior / CONFAC. Ex-Diretor Geral da ANTAQ - Agência Nacional de Transportes Aquaviários.
 
Heloisa Uelze é sócia da área de Direito Público, Relações com o Governo e Direito Regulatório de Trench, Rossi e Watanabe Advogados. Atua nas áreas de contencioso tributário, administrativo e judicial. Formada pela Faculdade de Direito da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), com Especialização em Processo Civil e Direito Administrativo pela mesma instituição.
 
Bruno Duarte é advogado associado da área de Direito Público, Relações com o Governo e Direito Regulatório de Trench, Rossi e Watanabe Advogados. Atua nessas especialidades, com foco tanto em contencioso quanto em consultivo. Também atua na elaboração de pareceres e consultas sobre os temas de sua especialização, incluindo licitações e contratos com o governo, contratos de concessão de serviços públicos e de parcerias público-privadas. É formado em Direito pela Universidade de Brasília, com Mestrado Científico em Direito Constitucional pela Universidade de Coimbra.
 
Serviço:
A Nova Lei dos Portos: seus impactos sobre os negócios, oportunidades de investimento e principais questões jurídicas envolvidas
Quarta-feira, 03 de julho de 2013
Horário: das 9h00 às 12h00 
Local: Trench, Rossi e Watanabe Advogados 
Endereço: Av. Dr. Chucri Zaidan, 920 / Market Place Tower I - 13º andar – São Paulo (SP)
Para mais informações: (11) 3048-6803 ou envie um e-mail
Evento gratuito, com vagas limitadas
 
Sobre Trench, Rossi e Watanabe Advogados
 
A banca de advogados do Trench, Rossi e Watanabe é composta por equipes especializadas em advocacia empresarial com foco em negócios, preparadas para assessorar clientes nacionais e internacionais, auxiliando-os a antecipar, gerenciar e solucionar desafios criados, principalmente, pelo cenário atual econômico. Neste ambiente de pressão competitiva, o Trench, Rossi e Watanabe desenvolve e executa, de forma coordenada, uma estratégia efetiva para o cliente proteger seus interesses e preservar seu valor.
 
Fonte: SEGS

 

Segunda, 01 Julho 2013 12:25

Portos Globais - Altos e Baixos

Segundo estudos, os terminais da Africa, America Latina e intra-Asia serão as estrelas em performance e crescimento em 2013.

 

O movimento global de contêineres nos portos em 2013 pode igualar ou ficar à frente do consenso de 4% estimado para crescimento no ano passado, mas o número total vai disfarçar as diferenças regionais, devido aos picos e depressões econômicas.

 

Fluxo de comércio real mundial de navios em 2013 será na faixa TEU 160-170.000.000.

 

Consultor sênior em portos da Drewry Shipping Consultants, Neil Davidson, aponta que as previsões para os volumes de containeres da Europa Ocidental deve crescer um pouco menos de 2% em 2013, na América do Norte, um pouco mais de 3% e na América Latina,  pouco mais de 4%. Oriente Médio e Ásia verão aumentos entre de 6% a 7%, mas "talvez um pouco maior em determinados locais".

 

Drewry aponta que o aumento no movimento de conteiners nos portos serão muito abaixo do crescimento de dois dígitos experimentado nos últimos anos, especialmente nos portos asiáticos.

 

"Volumes para a Europa e América do Norte mantiveram-se estáveis, sendo assim,  o crescimento asiático vem de outro lugar. Ele é mais influenciado pelo comércio com a África, América Latina e intra-Ásia, que inclui o Oriente Médio e o subcontinente indiano na Ásia. " disse o consultor.

 

As perspectivas económicas mundiais para 2013, que é um indicador aproximado de volumes futuro, mostra as mesmas variações regionais.

 

Em abril, o Fundo Monetário Internacional reduziu uma previsão anterior [Outubro 2012] para o crescimento do PIB global em 2013, de 3,5% para 3,3% (em relação ao ano completo de 2012).

 

China continua liderando o grupo no crescimento do PIB de 8%, diz o FMI, com a Índia, em 5,7%, as economias emergentes em 5,3%, os EUA, com um crescimento do PIB de 1,9% em 2013, e uma da zona do euro conturbada com dificuldades de reverter uma previsão inicial de crescimento de 0,1% e uma diminuição de 0,3% no volume.

 

O suposto "efeito multiplicador" do crescimento no volume de conteineres, que variava entre três e quatro vezes o PIB no auge, não é mais uma conta aceita.

 

Alphaliner, uma empresa que estuda o setor, declarou recentemente que o multiplicador de volume em relação ao PIB é "um indicador impreciso do crescimento da demanda de contêineres, visto que é baseada por vários fatores subjacentes que mudam ao longo do tempo".

 

De acordo com a Alphaliner, o multiplicador do PIB caiu de uma média de 3,4 vezes 1990-2005 para "apenas 1,5 vezes em 2012, com implicações significativas para o crescimento futuro da demanda de contêineres".

 

O executivo-chefe da Maersk Line Søren Skou, disse a Conferência Liner Global Containerisation Internacional: "Em nossa opinião, temos uma nova norma para a indústria de contêineres. Anteriormente, tínhamos uma indústria que cresceu 9% a 10% por 35 anos praticamente ininterruptos.

 

"Desde 2008, o crescimento tem sido bastante volátil, mas a média tem sido de 3% a 5% e pensamos que é o que nós podemos olhar para o futuro."

 

Olhar para o ano anterior pode ajudar a entender o potencial de 2013.

 

Dados da Seabury indicam que o volume de contêineres Asia-Europa caiu 6% no último ano mas cresceu 2% da perspecitiva Asia - America do Norte ainda abaixo do benchmark global.

 

Estes dados indicam uma queda em 2012, de todos os negócios de exportação de contêineres dos EUA, e uma queda de 3% para a Europa, 2% para as Américas e 3% para a Ásia.

 

Dados da Seabury indica que volumes de contêineres da Ásia para a Europa caíram 6% no ano passado, mas cresceu 2% da Ásia para a América do Norte,


"O crescimento nos negócios, ao mesmo tempo empolgante e significativo, não é suficiente para compensar a contração de 6% da Ásia para a Europa."

 

Davidson de Drewry diz: "A China é o maior player no jogo, mas intra-Ásia não é apenas sobre a China, há uma enorme quantidade de bens de comércio intra-Ásia, entre o Vietnã e Indonésia e Índia e Malásia.

 

"Quando você olha para as combinações de pares de países na Ásia, é uma malha extraordinária de rotas cruzando, os serviços e os fluxos comerciais. Todos os países que contribuem coletivamente, enquanto alguns deles são relativamente pequenos, coletivamente acrescenta-se um número enorme. "

 

Top mundial de contêineres o porto de Shanghai processou 2,8 milhões TEU, em abril, um aumento de 4% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Os volumes durante o primeiro trimestre aumentaram 3,7% na comparação com o ano anterior para 10.6m TEU.

 

O número de movimentos da rival Cingapura no mesmo período foram 10.3m TEU, um aumento aproximado de 1,2%. O aumento de abril é estimado em 1%.

 

Na América Latina, o Brasil parece destinado a romper o impasse na expansão dos portos, o que poderia sinalizar o investimento da iniciativa privada no setor de terminal de contêineres.

 

Comissão Econômica das Nações Unidas para a América Latina e o Caribe espera rotas de 13.000 TEU além de linhas regulares, de e para, os portos em toda a América do Sul, com início entre 2016-2020.

 

Fonte: Loyds Loading Listing

 

Única composição rodoviária transportando uma caldeira de 231 toneladas teve que desembolsar este valor em Tarifa Adicional de Pedágio, uma exigência da Artesp para o transporte de cargas superpesadas. Pedágio pago foi de mais de R$ 300,00 por quilômetro rodado.

 

O transporte de cargas superdimensionadas e superpesadas dentro do Estado de São Paulo é um serviço que pode custar muito caro. E não é somente por causa do alto grau de especialização das empresas que operam este tipo de carga, geralmente a serviço de grandes indústrias ou encarregadas de transportar enormes equipamentos para obras de infraestrutura.

 

Também entram nesta conta os exorbitantes valores cobrados das transportadoras a título de Tarifa Adicional de Pedágio (TAP), uma rubrica criada pela Artesp, a agência reguladora das rodovias paulistas, em uma Resolução de 1997, para todos os veículos transportando carga excepcional com peso acima de 45 toneladas.

 

Segundo uma das empresas que realizam este tipo de serviços em São Paulo, antes da onda de concessões rodoviárias e da proliferação de praças de pedágio por todo o Estado, a tarifa representava pouco sobre o frete, mas hoje, com a grande maioria das principais rodovias paulistas cobrando pedágio, este custo pode chegar a até 65% do valor total do frete.

 

Um exemplo sintomático da cobrança da TAP foi uma operação realizada por esta empresa para o transporte de uma caldeira de 231 toneladas entre o Porto de Santos e a cidade de Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul, onde a Petrobras constroi uma fábrica de fertilizantes.

 

O equipamento chegou ao porto e, para cruzar o Estado de São Paulo, entre Santos e a cidade paulista de Castilho, quase na divisa como MS, a transportadora desembolsou um total de R$ 260 mil em pedágio. O valor foi pago para trafegar por cerca de 900 quilômetros em rodovias paulistas, passando por 18 praças de pedágio. Em outro exemplo, de transporte de equipamento também para a Petrobras, a empresa pagou mais de R$ 2 mil de pedágio por quilômetro rodado, sem qualquer amparo técnico.

 

“Este valor inclui, além da TAP, outras cobranças instituídas pela Artesp em benefício das concessionárias rodoviárias. Esta cobrança exorbitante chega a inviabilizar as fabricação de grandes equipamentos industriais dentro do Estado, tirando a competitividade de São Paulo”, comenta Henrique Zuppardo, empresário do transporte de cargas especiais, diretor Adjunto da Especialidade de Transporte de Cargas Indivisíveis do SETCESP, Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região.

 

Dentre as áreas mais prejudicadas pela cobrança das altas tarifas adicionais de pedágio estão as que fabricam equipamentos como transformadores, rotores de turbina, geradores, reatores, colunas, caldeiras, fornos, todos destinados aos setores de energia, petróleo & gás, químico & petroquímico, mineração , siderurgia e infraestrutura.

 

Representantes das transportadoras do segmento contam que já tentaram dialogar com o Estado para a revogação da cobrança, mas não tiveram sucesso, mesmo diante do argumento da inviabilização da indústria de base paulista.

 

Segundo os transportadores, o pagamento da tarifa adicional é feito antecipadamente, antes da operação acontecer, gerando custo financeiro adicional, pois a empresa só recebe o frete 30 dias após a descarga do equipamento.

 

Além disso, não se encontra qualquer outro Estado ou mesmo país que realize cobrança semelhante. Se acordo com Henrique Zuppardo, a cobrança feita pelas concessionárias não está embasada em qualquer argumento técnico. “Para se ter uma ideia, o pedágio adicional também é cobrado quando o veículo está vazio e ultrapassa o limite das 45 toneladas. Segundo a resolução da Artesp, a cobrança é feita ‘considerando a necessidade de prover fonte de receita operacional atualizada para o sistema rodoviário paulista’ e não existe qualquer serviço extra que é prestado à transportadora para justificá-la”, revela o empresário, com exclusividade para o Portal Transporta Brasil.

Fonte: Transporta Brasil 

BRASÍLIA - Prioridade do governo Dilma Rousseff para destravar investimentos em infraestrutura, as licitações das concessões rodoviárias podem sofrer atrasos no Tribunal de Contas da União (TCU), responsável por avaliar a viabilidade dos projetos e aprová-los. Técnicos do órgão dizem não ser possível assegurar que todas as análises necessárias sejam feitas até o fim de julho, prazo previsto pelo Planalto para lançar os editais.

O governo enviou recentemente estudos com o detalhamento dos projetos, que demandam avaliação complexa, segundo os técnicos. "O prazo é apertado", resume um dos responsáveis pelo trabalho, ponderando, contudo, que houve reforço de pessoal e as licitações têm sido tratadas com prioridade.

Concluídas as análises, a área técnica enviará relatórios ao ministro relator, Walton Alencar, a quem caberá produzir voto e pautar os processos para julgamento em plenário. Se aprovadas, as concessões podem ser levadas adiante pelo governo. 
Questionado, Walton disse que não acredita em atrasos.

O ministro dos Transportes, César Borges, assegurou que o cronograma está mantido e disse que, para evitar surpresas, o governo tem acompanhado diariamente as análises do TCU, na tentativa de dirimir dúvidas e fazer ajustes necessários.

O pacote de concessões prevê a duplicação de mais de 7 mil quilômetros de rodovias, com investimentos de R$ 42 bilhões, e é visto como um dos elementos que vão favorecer o crescimento nos próximos anos. Mais R$ 91 bilhões estão previstos para as concessões de 10 mil quilômetros de ferrovias.

O presidente da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), Bernardo Figueiredo, disse que o quadro mudou, em função da política monetária dos Estados Unidos. Mas avaliou que isso não deverá afugentar interessados. "As concessões atraem investidores com foco muito definido", disse.

"O investimento em bolsa é um, o de longo prazo, é outro." Ele minimizou o efeito da decisão do governo paulista de não autorizar o reajuste do pedágio. "O equilíbrio contratual foi mantido", afirmou, acrescentando que, após reunião com 30 investidores interessados em ferrovias, "eles não pareciam desanimados".

O ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil, Moreira Franco, disse que não percebeu redução de interesse de potenciais investidores nas concessões de aeroportos.

 

Fonte: Estadão

 

BRASÍLIA - O Banco Central anunciou na noite desta terça-feira, 25, mais uma medida para tentar reduzir o ritmo de alta do dólar em relação à moeda brasileira. A instituição acabou com o recolhimento compulsório sobre posições vendidas de bancos no mercado de câmbio.

No jargão do mercado financeiro, estar "vendido" significa apostar que a cotação do dólar pode cair. É uma atuação que tem o efeito de uma venda de moeda no mercado, aumentando a oferta e contribuindo para reduzir as cotações.

Desde 2011, as instituições que apostassem nesse movimento, com valores acima de US$ 3 bilhões, eram obrigadas a recolher de forma compulsória 60% do valor excedente e deixar o dinheiro parado no BC, sem remuneração. Na época, o governo queria reduzir essas apostas e incentivar os bancos a comprarem dólares para retirar moeda do mercado.

Agora, no entanto, o objetivo da equipe econômica é incentivar os bancos a vender dólares. Por isso, o Banco Central zerou a alíquota sobre a posição vendida.

Até a semana passada, último dado disponível, os bancos estavam "comprados" em US$ 4,5 bilhões (valor que considera a soma das posições de todos os bancos no câmbio). No jargão do mercado, estar "comprado" significa apostar que as cotações do dólar podem subir. Ao ter a moeda em caixa, é possível lucrar com uma eventual alta das cotações. Se os bancos aumentam a posição comprada, significa que estão comprando moeda estrangeira, o que aumenta a demanda e pressiona as cotações.

  1. Medidas. Essa é a terceira medida cambial que havia sido tomada para evitar uma "enxurrada" de dólares no País a ser revogada nas últimas três semanas. No dia 4 de junho, o Ministério da Fazenda zerou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre investimentos estrangeiros em renda fixa, que era de 6%, para incentivar a entrada de dinheiro no País.

Depois da mudança, foi verificada uma entrada de US$ 5 bilhões no País em junho até dia 19 para esse tipo de investimento, mais do que o registrado entre janeiro e maio deste ano. Uma semana depois, a Fazenda zerou também o IOF sobre contratos de câmbio (derivativos cambiais), que era de 1%, outra medida criada em 2011, quando se temia a entrada de um "tsunami" de dólares no País.

Além disso, desde o final de maio, o BC voltou a realizar leilões de contratos de câmbio (os chamados swaps) e a emprestar dinheiro das reservas em moeda estrangeira.

Interferência. Para o diretor-presidente da Sociedade Brasileira de Estudos de Empresas Transnacionais e da Globalização Econômica (Sobeet), Luís Afonso Lima, a ação do BC não é coerente com o seu discurso de que apenas interfere no mercado com o objetivo de minimizar a volatilidade dos mercados. "Fica claro para mim que o BC busca um nível de câmbio mais baixo por conta da pressão sobre a inflação." Ele lembrou também que ontem o dólar fechou em queda. O economista disse ainda que essa medida vai acabar criando mais volatilidade.

Lima lembrou, além disso, que o Banco Central já fez um vaivém com essa medida, que acabou zerada ontem. Inicialmente, em janeiro de 2011, a quantia compulsória incidia sobre o valor de US$ 3 bilhões. Depois, em julho, quem ultrapassasse a marca de US$ 1 bilhão já sofreria esse tipo de "punição", que é deixar parte dos recursos sem qualquer remuneração. Por fim, no final do ano passado, o BC decidiu novamente voltar o teto para os US$ 3 bilhões. As atuações do Banco Central se deram de acordo com o cenário de mercado do momento.

Fonte: Estadão

O presidente executivo da União Brasileira de Avicultura (Ubabef), Francisco Turra, disse nesta terça-feira (11) que o câmbio até R$ 2,20 é benéfico e adequado ao setor exportador de proteínas animais. Ele ponderou, no entanto, que é necessário uma atenção especial ao impacto do câmbio no endividamento em dólar das companhias. 'O câmbio livre é uma conquista. O setor se beneficia em termos de volume e receita, pois impulsiona as exportações de proteínas. Entretanto, há empresas do setor que estão com endividamento alto e aí precisa haver uma atenção e um equilíbrio', declarou, em entrevista ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, após sua participação em no seminário 'Caminhos da Soja', realizado em São Paulo.

Ele comentou que o segmento produtor de aves no Brasil está conseguindo, somente agora, compensar o alto custo dos grãos observado no segundo semestre do ano passado. 'Demora um tempo para os mercados absorverem o aumento de preços. A queda recente das cotações dos grãos também leva um tempo para ser absorvida', disse.

JBS, Seara e Marfrig - Sobre a compra da Seara Brasil pelo Grupo JBS, Turra disse que, na prática, não houve mudança para o setor de aves. 'A empresa saiu das mãos de uma mega empresa (Marfrig) e passou para uma outra do mesmo perfil. Entretanto, o lado positivo é que as grandes empresas têm capilaridade nacional e mundial, o que pode favorecer o setor em prospectar e abrir mais mercados para a carne brasileira', ressaltou.

Questionado se o movimento anunciado ontem (10) pelas companhias poderá acelerar uma união das entidades representativas do setor de proteínas animais, Turra comentou apenas que o conselho da Ubabef e da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs) aprovaram a elaboração de um estudo para a fusão entre as duas entidades. 'Hoje as empresas de frango estão com atividades de suínos', completou, informando que o resultado da pesquisa deve sair em breve.

Fonte

O desastre logístico revelado pelas safras recordes de grãos que o País vem colhendo parece ter, finalmente, forçado o governo a ir além do anúncio de planos que demoram para sair do papel e começar a agir. O Plano Agrícola e Pecuário 2013/2014, anunciado na terça-feira passada pela presidente Dilma Rousseff, dá atenção à logística, tendo reservado R$ 5 bilhões para a construção de armazéns privados no período (o total de recursos para esse fim deverá alcançar R$ 25 bilhões em cinco anos).

Além disso, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) investirá R$ 500 milhões para modernizar seus armazéns e dobrar sua capacidade de armazenagem.

caminhoes-filaAs longas filas de caminhões nos acessos aos principais portos do País, como os de Santos e de Paranaguá, para o escoamento da safra são, há alguns anos, a demonstração mais dramática das imensas carências de infraestrutura e de logística do País.

A precariedade ou a inexistência de rotas de acesso a outros portos, a falta de equipamentos e de capacidade operacional de boa parte desses portos e a necessidade dos produtores de entregarem rapidamente sua produção por falta de armazéns levam à concentração das operações e ao congestionamento em Santos e Paranaguá.

Em agosto do ano passado, o governo anunciou um ambicioso Programa de Investimentos em Logística, que abre para o setor privado a participação nos investimentos em rodovias, ferrovias, portos, aeroportos e energia de que o País necessita. Mudanças na legislação estão em curso e medidas administrativas estão sendo tomadas pelo governo e pelas agências reguladoras, mas, até o momento, não foi definido nenhum investimento privado de acordo com o novo plano.

Embora amplo, o plano não tratou, porém, da construção de silos e armazéns. Se dispusessem de meios adequados para estocar sua produção, para escoá-la de maneira planejada, certamente os produtores reduziriam os custos de transporte e poderiam negociar preços melhores para seus produtos.

Adicionalmente, por distribuir ao longo do tempo o escoamento de sua safra, contribuiriam para reduzir os congestionamentos nas regiões portuárias.

Há, no País, 96 armazéns públicos e 265 privados, com capacidade estática de armazenagem estimada em 145 milhões de toneladas. A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) recomenda que a capacidade de armazenagem seja 20% superior à produção. Por esse critério, no caso brasileiro, com uma safra de grãos estimada em 184 milhões de toneladas, o déficit de armazéns já seria de 75 milhões de toneladas.

Com os recursos anunciados pelo governo para os próximos cinco anos, a capacidade estática da rede nacional de armazéns e silos será ampliada em 65 milhões de toneladas. Ou seja, continuará a haver déficit, pois, se os novos armazéns já seriam insuficientes para a safra atual, serão ainda mais para as safras futuras (a próxima é estimada pelo governo em 190 milhões de toneladas). Mas, com o novo plano agrícola, pelo menos o governo mostra que passou a se preocupar com esse grave problema.

O plano tem outros aspectos positivos para o produtor. O total de recursos para a próxima safra é de R$ 136 bilhões, 18% mais do que o da safra anterior, sendo R$ 97,6 bilhões (aumento de 12,2%) para custeio e comercialização e R$ 38,4 bilhões (aumento de 35,7%) para investimentos, inclusive em armazéns. Do total, foram reservados R$ 13,2 bilhões para os produtores médios.

Outra novidade do plano é o aumento substancial, de 75% (de R$ 400 milhões para R$ 700 milhões), da subvenção ao prêmio do seguro rural. O limite de financiamento de custeio por produtor passou de R$ 800 mil para R$ 1 milhão, enquanto o limite para comercialização foi elevado de R$ 1,6 milhão para R$ 2 milhões.

O apoio do governo é importante para que o Brasil consolide sua posição de maior exportador de diversos produtos agropecuários e amplie sua presença no mercado mundial.

 

Fonte: Estadão

Estimativa dos analistas do mercado recuou de 2,77% para 2,5 Mercado financeiro sobe para R$ 2,10 previsão para dólar no fim de 2013.

Os economistas do mercado financeiro baixaram, na semana passada, sua estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2013 e de 2014, além de terem aumentado sua previsão para a taxa de juros e para o dólar no fim deste ano, informou o Banco Central nesta segunda-feira (10). 

As estimativas foram divulgadas por meio do relatório de mercado, também conhecido como Boletim Focus. O documento é fruto de pesquisa da autoridade monetária com mais de 100 instituições financeiras.Para a expansão do PIB de 2013, a estimativa dos analistas do mercado recuou de 2,77% para 2,53%. Foi a quarta queda consecutiva deste indicador. Para 2014 a previsão de crescimento da economia brasileira caiu de 3,40% para 3,20% - no que foi o segundo recuo seguido.

A revisão para baixo na expectativa de crescimento da economia brasileira feita pelo mercado financeiro aconteceu após a divulgação do PIB do primeiro trimestre deste ano que, segundo o IBGE, avançou somente 0,6% na comparação com os três últimos meses do ano passado - valor que ficou abaixo da previsão dos economistas.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega,admitiu no final de maio que a estimativa de crescimento da economia de 3,5%, que consta no orçamento federal deste ano, não deve ser atingida e que será revista para baixo no futuro. Entretanto, não citou números. O presidente do BC, Alexandre Tombini, declarou que a expansão do PIB neste ano deve ficar em torno de 3%.

Inflação e juros

 Para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que serve de referência para o sistema de metas de inflação, a estimativa do mercado financeiro para este ano permaneceu estável em 5,80%. Para 2014, a previsão do mercado ficou inalterada também em 5,80%.

Pelo sistema de metas que vigora no Brasil, o BC tem de calibrar os juros para atingir as metas pré-estabelecidas, tendo por base o IPCA. Para 2013 e 2014, a meta central de inflação é de 4,5%, com um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Desse modo, o IPCA pode ficar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida.

Juros

O mercado financeiro também elevou, na semana passada, sua previsão para a taxa de juros no fim deste ano, que passou de 8,5% para 8,75% ao ano. Isso aconteceu após a autoridade monetária ter subido os juros básicos de 7,5% para 8% ao ano - apesar de o crescimento do PIB ter ficado abaixo do esperado.

A reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) de julho deste ano, a expectativa do mercado financeiro passou a ser de uma nova alta de 0,5 ponto percentual, para 8,5% ao ano. Para o fim de 2014, a previsão dos analistas para os juros básicos passsou de 8,5% para 8,75% ao ano.

Câmbio, balança comercial e investimentos estrangeiros

Nesta edição do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2013 subiu de R$ 2,05 para R$ 2,10 por dólar. Para o fechamento de 2014, a estimativa dos analistas dos bancos para o dólar avançou de R$ 2,10 para R$ 2,15.

A projeção dos economistas do mercado financeiro para o superávit da balança comercial (exportações menos importações) em 2013 caiu de US$ 8,3 bilhões para US$ 7,35 bilhões na semana passada. Para 2014, a previsão de superávit comercial avançou de US$ 9,8 bilhões para US$ 10 bilhões na última semana.

Para 2013, a projeção de entrada de investimentos no Brasil ficou inalterada em US$ 60 bilhões. Para 2014, a estimativa dos analistas para o aporte de investimentos estrangeiros continuou em US$ 60 bilhões na última semana.

Fonte: G1

 

 

ID Logistics, a estrela em ascensão da logística de contrato francesa, continua a apresentar crescimento de dois dígitos no volume de negócios em meio a uma presença internacional em rápida expansão.

 

Nos três primeiros meses do ano, as receitas totalizaram € 150.100.000 (£ 128.500.000), um aumento de 17,2% em relação ao período correspondente em 2012. numa base de comparação. Volume de negócios das empresas internacionais situaram-se em € 62.300.000, um aumento de 32,3%.

"Foi um desempenho forte em todas as regiões. O grupo continua a gerar atividade sustentada, particularmente em mercados emergentes. Continuamos a ter uma visão razoavelmente otimista para 2013 ", disse o presidente e CEO da ID Logistics, Eric Hemar.

No ano passado, seu faturamento global aumentou 21,6%, em base comparável a 2011, para quase € 560.000.000. Hémar sublinhou que a ID Logistics poderia trilhar o caminho das  aquisição este ano. O foco alvo é França, Brasil e Espanha e pode ser ampliada ao longo dos próximos dois anos para incluir China, Taiwan e Polônia.

No final do ano passado, a África do Sul tornou-se o 12 º país em que a ID Logistics está presente. O comércio internacional continua a dar uma contribuição crescente do volume de negócios global da empresa e o objetivo é que representem 50% do total em 2015, já tendo alcançado 42% no 1 º trimestre de 2013. 

ID Logistics disse que os três primeiros meses do ano, assinou "contratos significativos com novos clientes, como Go Sport ( varejista do ramo de esportes) naFrança e a Nivea no Brasil, enquanto a atividade start-up na África do Sul para a Danone está se desenvolvendo conforme o esperado. "

Fundada por hemar em 2001, a sua carteira de clientes inclui nomes como Carrefour, Sanofi e Heineken. Um analista de investimentos previu turnover dos papeis da ID Logistics 'com alta de € 635.000.000 em 2013 para 781.000.000 € em 2015.

A empresa baseada em Provence emprega 10 mil funcionários, trabalhando a partir de cerca de 140 locais e opera com mais de 2,5 milhões de metros quadrados de armazenagem na Europa, América Latina, Ásia e África.

Fonte: Loyds Loading List

Pagina 1 de 152